Capítulo 13
atravessando, os dois Governos deram prova do mais pacífico
sentimentos, e confiou continuamente em um ao outro evitar
conflitos."
Neste Barão comenta o Guillaume:--
Barão Schoen tem razão perfeitamente, eu não estou em uma posição examinar o alemão
opinião, mas eu noto diariamente como opinião pública na França se torna mais
suspeito e chauvinista. A pessoa conhece as pessoas que asseguram um que uma guerra
com a Alemanha no próximo futuro é certo e inevitável. Pessoas lamentam
isto, mas se decide a isto.... Eles exigem, quase por aclamação,
um voto imediato para todo meios de aumentar o poder defensivo de
França. Os homens mais razoáveis afirmam que é necessário armar o
dentes para amedrontar o inimigo e prevenir guerra.
No dia 16 de abril ele informa uma conversação com M. Pichon em qual o posterior
diz:--
Entre nós, também, há um espírito de chauvinismo que está aumentando,
o qual eu lamento, e contra qual nós deveríamos reagir. Meio os teatros
em Paris agora jogue pedaços chauvinistas e nacionalistas.
A nota de alarme fica mais urgente como os dias vá em. No dia 16 de janeiro,
1914, o Barão escreve:--
Eu já tive o honour para lhe falar que é MM. Poincare,
Delcasse, Millerand e os amigos deles/delas que inventaram e procuraram o
política nacionalista e chauvinista da qual ameaça para-dia a paz
Europa, e de qual nós notamos o renascimento. É um perigo para
Europa e para a Bélgica. Eu vejo nisto o maior perigo que ameaça o
paz de para-dia de Europa; não que eu tenho o direito para supor que o
Governo da República está deliberadamente disposto para aborrecer a paz,
bastante eu acredito o contrário; mas a atitude que o Gabinete de Barthou
levou para cima é, em meu julgamento, a causa determinando de um excesso de
tendências militarista na Alemanha.
Está claro destas cotações, e está por isto só que
Eu os, aquela França, pelos outros sócios do Triplo, dou
Entente, poderia se aparecer, e se apareceu, como muito uma ameaça para a Alemanha como