Capítulo 24
atrás com tal condolência e tal pesar, os pensadores deles/delas e poetas era
inspirado por abstrações intelectuais grandiosas. Eles viram idéias, como deuses,,
movendo o mundo, e homens atuais e mulheres, eventos atuais e coisas, era
mas os símbolos de transcurso destes poderes sobrenaturais; 1866 e 1870 terminaram
tudo aquilo. A unificação de Alemanha, do modo discutimos nós,
desviado todo seu interesse de especulação sobre o universo, vida, e
gênero humano, para os interesses materiais do país novo deles/delas. Alemanha se tornou o
preocupação de todos os alemão. De abstrações eles viraram com um novo
intoxicação para o que eles conceberam para ser o concreto. Entrando assim tarde
na fase de políticas nacionais, eles se dedicaram, com o deles/delas
eficácia acostumada, para aprender e melhorar o que eles conceberam,
ser os princípios e a prática que tinham dado sucesso para outro
nações. Nesta indagação nenhuma dúvida deveria os, nenhuma sentimentalidade, intimidar
impeça, nenhum ideal universal distrai. Afinal de contas, contudo isto era mas alemão
romanticismo que assume outra forma. Os objetos, é verdade, era diferente.
"Realidade" tinha acontecido de ideais, Alemanha de Humanidade. Mas por
a visão alemã os objetos novos eram nenhum menos torcido que o velho.
Negociando com "Real-politik" (do qual é a tradução alemã
Machiavellianism), com "expansão", com "sobrevivência do fittest,,"
e todas as outras contra-senhas de mundo-política, a perspectiva deles/delas permaneceu
como absoluto e resume como antes, como desprezativo de temperamento e
meça, como cortina para esses acordos e qualificações, essas decências,
como quem diz, de natureza pela qual realidade é constituída. Os alemão agora
viu os homens em vez de deuses, mas eles os viram como andar de árvores.
Imperialismo alemão, então, enquanto envolve o mesmo intelectual
pressuposições, as mesmas confusões, os mesmos argumentos errôneos, o
mesmas ambições míopes, como o imperialismo de outros países,,