Capítulo 44
nenhuma confiança. Não poderia haver nenhuma confiança porque havia medo mútuo.
Havia medo mútuo porque a Aliança Tripla estava em braços contra
o Entente Triplo. O que esteve errado? Alemanha? Inglaterra? Não. O europeu
tradição e sistema.
O fato, então, que essas negociações demoliram não é nenhuma mais evidência
de intenções sinistras por parte da Alemanha que é por parte de
Grã Bretanha. Barão Beyens, para minha mente o mais competente e o mais mais
imparcial, como também um do melhor-informado, desses que escreveram
nos eventos que conduzem até a guerra, diz explicitamente da política do
Chanceler alemão:--
Um _rapprochement_ praticável entre o país dele e Grã Bretanha
era o sonho com que de de M. que Bethmann-Hollweg acalmou de boa vontade
ele, sem o _arriere-pensee_ traiçoeiro que o von de Príncipe
Buelow teria tido talvez mais tarde de acabamento, a um oportuno
momento, com a Marinha britânica. Nada autoriza que nós acreditemos isso
não havia uma base de sinceridade no idioma de de de M. Jagow quando ele
expresso a Senhor E. Goschen no curso da última entrevista dolorosa deles/delas
o pesar pungente dele ao esmigalhar da política inteira dele e que do
Chanceler que tinha sido fazer os amigos com Grã Bretanha e então
por Grã Bretanha se pôr mais íntimo para a França. [1]
Entretanto as considerações que eu me deitei aqui antes do leitor, em relação,
para esta pergunta geral de rivalidade anglo-alemã, é, eu submeto, tudo
pertinente, e deve ser levado em conta justa formando um julgamento.
Os fatos mostram claramente aquela Alemanha estava desafiando como também ela pôde
a supremacia britânica em mar; que ela foi determinada para se tornar um naval
como também um Poder militar; e que a política dela era, na face disto,
uma ameaça para este país; da mesma maneira que a criação em nossa parte de um grande
exército de conscrito teria sido levado pela Alemanha como uma ameaça para ela. O
Governo britânico foi ligado para fazer contador-preparação. Eu, para meu próprio