Capítulo 46
plano moderado de arbitragem voluntária, mas ele insistiu aquela arbitragem
deve ser prejudicial para a Alemanha; aquela Alemanha está preparada para a guerra como não
outro país é, ou pode ser; que ela pode mobilizar o exército dela em dez
dias; e que nem a França, Rússia, nem qualquer outro Poder não podem fazer isto.
Arbitragem, ele disse, daria tempo de Poderes de rival simplesmente para se pôr
em prontidão, e vai, então, seja uma grande desvantagem para a Alemanha."
É isso que aqui eu deveria chamar a visão de militarista em toda sua simplicidade e
pureza, a convicção obstinada, inquestionável que guerra é inevitável, e
a determinação para estar a todo custo pronto para isto, até mesmo às custas de
maquinaria rejeitando que se adotou poderia obviar guerra. A passagem tem
freqüentemente sido citado como evidência da determinação alemã para ter guerra. Mas
Eu não tenho tão freqüentemente visto citado a declaração precisamente paralela feita por
Senhor John (agora Deus) o Pescador. "Ele disse que a Marinha de Grã Bretanha era
e permaneceria em um estado de preparação completa para a guerra; que um vasto
transação dependeu de ação pronta pela Marinha; e que a trégua dispôs por
procedimentos de arbitragem dariam outro tempo de Poderes que eles não vão
caso contrário tenha, se pôr em prontidão completa."[3] tão longe o
"o militarista" e o "marinist" adotam a mesma visão exatamente. E nós podemos ser
seguramente que se são feitas propostas depois da guerra para fortalecer a maquinaria
para arbitragem internacional, haverá oposição neste país de
o mesmo tipo, e baseado nos mesmos chãos, como a oposição na Alemanha.
Nós não podemos neste ponto condene Conta Muenster sem também condenar Deus
Pescador.
Porém, a oposição de Muenster era só o começo. Como os dias foram em
ficou claro que o Kaiser ele tinha se tornado ativamente oposto para o
idéia inteira de arbitragem, e estava influenciando a Áustria e Itália e Turquia