Capítulo 5
Entente, mas é à prova de de como eles se apareceram na realidade a estranhos. E
é irrelevante, se ou nenhum é verdade, urgir que os belgas eram
doutrinado com a visão alemã; desde então precisamente o fato que eles
poderia ser doutrinado assim mostraria que a visão estava na face disto
plausível. Nós vemos, então, nestes despachos o modo em qual a política de
o Entente poderia se aparecer a observadores fora disto. Eu dou ilustrações de
Berlim, Paris, e Londres.
No dia 30 de maio de 1908, Barão como o que Greindl, Embaixador belga em Berlim, escreve
segue:--
Chame uma aliança, _entente_, ou o que que você vai, o agrupamento do
Poderes organizados pela intervenção pessoal do Rei de Inglaterra
existe, e se não é uma ameaça direta e imediata de guerra contra
Alemanha (seria muitos dizer que era que), constitui
nenhum o menos uma diminuição da segurança dela. O pacifista necessário
declarações que, nenhuma dúvida, será repetido a Reval, signifique mesmo
pequeno, emanando como eles fazem de três Poderes que, como a Rússia e
Inglaterra, há pouco levou a cabo prosperamente, sem qualquer motivo
exclua o desejo para engrandecimento, e sem até mesmo um plausível
pretexto, guerras de conquista em Manchuria e o Transvaal, ou o qual,
goste de França, está procedendo neste momento à conquista de Marrocos,
em desprezo de promessas solenes, e sem qualquer título menos o
cessão de direitos britânicos que nunca existiram.
No dia 24 de maio de 1907, o de de Comte Lalaing, Embaixador belga em Londres,,
escreve:--
Uma certa seção da Imprensa, chamada aqui a Imprensa Amarela, agüenta um
grande extensão a responsabilidade para o sentimento hostil entre os dois
nações.... É bastante planície que aquela funcionário England está procurando quietamente
uma política opôs para a Alemanha e apontou ao isolamento dela, e aquele Rei
Edward não hesitou usar a influência pessoal dele no serviço de
este esquema. Mas é certamente sumamente perigoso para envenenar o público