Capítulo 51
motivos sugeridos são adequados por eles responder pelos fatos.
Por outro lado, uma parte do custo da lei nova seria custeada
por um imposto em capital. E esses que acreditam que antes deste ano estava a Alemanha
definitivamente esperando uma ocasião para fazer guerra têm um direito para enfatizar isso
fato. Eu acho, eu, nada conclusivo nestes especulações. Mas isso que
é certo, e para minha mente muito mais importante, é o fato que militar
preparações evocam contador-preparação, até afinal a tensão se torna
insuportável. Antes das 1913 era já maravilhoso. Os alemão souberam bem isso
em 1917 de janeiro teriam alcançado as preparações francesas e russas
o ponto culminando deles/delas. Mas essas preparações quase se eram
unendurable para o francês.
Eu já posso recordar aqui a passagem citada de um despacho de Barão
Guillaume, Embaixador belga em Paris, escrito em 1914 de junho (pág. 34).
Ele suspeitou, como vimos nós, que a mão de Rússia tinha imposto os três
o serviço de anos na França.
Que Barão que o Guillaume pensou plausível não deve os alemão pensaram
plausível? Deva não confirmou a convicção deles/delas na "inevitabilidade"
de uma guerra--aquela convicção que, por si só, foi bastante para produzir guerra
depois de guerra, e, em particular, a guerra de 1870? Não deveria ter estado lá
fortalecido nas mentes deles/delas que corrente particular entre o muitos que
estava trazendo a guerra? E não deve suspeitas semelhantes foram ativas,
com resultados semelhantes, no lado de França e Rússia? Os armamentos
gere medo, o medo gera armamentos em troca, e naquele vicioso
voltas de círculo a política de Europa, até isto ou aquele Poder precipita o
conflite, muito como um homem que se mantém terror em cima da extremidade de um precipício termina por
perdendo o nervo dele e se lançando em cima de. Isso é a real lição do
rivalidade em armamentos. Isso é certo. O resto permanece conjetura.
[Nota de rodapé 1: "L'Allemagne avant la guerre", pág., 75, e Livro branco britânico,