Capítulo 57
uma razão por abandonar empreendimentos novos. Mas, foi urgido, na realidade a Alemanha
aproveitará a oportunidade para apertar fora o comércio de outras nações e
constituir um monopólio alemão. Alemanha, é verdade, estava pronto dar
garantias da porta aberta."" Entretanto, o que era o valor destes
garantias? Ela afirmou que o empreendimento dela era econômico, e teve nenhum
ganhos políticos ulteriores. Mas quem a acreditaria? Não era alemão
Jingoes que já alegra à próxima aproximação de exércitos alemães para o
Fronteiras egípcias? Na anarquia européia todos estes medos, suspeitas,,
e rivalidades eram inevitáveis. Mas o Governo britânico era pelo menos
não levado fora por eles. Eles estavam dispostos que capital britânico deve
co-opere contanto que o empreendimento devesse ser abaixo internacional
controle. Eles negociaram para condições para as quais dariam controle igual
Alemanha, Inglaterra, e França. Eles não adquiriram estas condições, por que não tem
sido tornado público. Mas Deus Cranborne, então o Debaixo de-secretário de Estado, disse
no Câmara dos Comuns que "o clamor que foi feito neste assunto--eu
pense um clamor muito doente-informado--fez isto sumamente difícil para nós
adquirir as condições nós requeremos."[2] e Senhor Clinton Dawkins escreveu em uma carta
para Herr Gwinner, o chefe do Banco de Deutsche: "O fato é que o
negócio foi envolvido em políticas aqui, e foi sacrificado
para o sentimento muito violento e amargo contra a Alemanha exibido pelo
maioria de jornais e compartilhou dentro por um número grande das pessoas."[3]
Então, co-operação britânico falhou, como o francês e russo tinha falhado.
Porém, os alemão perseveraram com o empreendimento deles/delas, agora um puramente
Alemão, e no final das contas com sucesso. As diferenças deles/delas com a Rússia
foi organizado por um acordo sobre as estradas de ferro Turko-persas se registradas
1911. Um acordo com a França, com respeito às estradas de ferro de Asiático