Capítulo 6
opinião ao ar livre maneira adotada por estes diários irresponsáveis.
Novamente, no dia 28 de julho de 1911, no meio da crise de Marrocos, o Barão
Guillaume, Embaixador belga em Paris, escreve:--
Eu tenho grande confiança nos sentimentos pacíficos do Imperador o William,
apesar do exagero muito freqüente de alguns dos gestos dele. Ele
não se permitirá ser utilizado mais distante que ele escolhe pelo
temperamento exuberante e modos desajeitados do Ministro muito inteligente dele
de Relações exterior (Kiderlen-Waechter). Em geral, eu sinto menos fé dentro
o desejo de Grã Bretanha para paz. Ela não sentiria muita ver o
outros comem um ao outro.... Como pensei desde o princípio eu, está dentro
Londres que a chave para as mentiras de situação. É lá só que pode
fique sério. O francês renderá em todos os pontos por causa de
paz. Não é o mesmo com o inglês sobre que não chegará a um acordo
certos princípios e certas reivindicações.
[Nota de rodapé 1: A aliança entre a Alemanha e Áustria das quais datam
1879, foi formado para garantir os dois Estados contra um ataque pela Rússia.
Suas condições são:--
"1. Se, ao contrário do que será esperado e ao contrário do sincero
desejo das duas partes contratantes altas, um dos dois Impérios,
deveria ser atacado pela Rússia, as duas partes contratantes altas são
salte para ajudar um ao outro com a força militar inteira reciprocamente
do Império deles/delas, e avança para não fazer paz menos conjointly e
por consentimento comum.
"2. Se um dos Poderes contratantes altos deveria ser atacado por outro
Dê poder a, a outra parte contratante alta se noiva, pelo ato presente,,
não só não apoiar o agressor contra seu aliado, mas pelo menos para
observe uma neutralidade benevolente com respeito à outra parte contratante.
Porém, se no caso suposto deveria ser estado o Poder atacando
pela Rússia, se através de co-operação ativo ou através de medidas de exército que
deveria ameaçar o Poder atacado, então a obrigação de ajuda mútua,