Capítulo 26
história é um _Odyssey_ pitoresco do artesão perambulando.
O assunto da Guerra civil, entretanto muito grande na memória americana,
não tem totalmente em literatura alcançado uma paridade com os assuntos mais velhos de
a Determinação, a Revolução, e a Fronteira, principalmente, nenhuma dúvida,
porque houve só um período--e que um sumário um--de
romance histórico desde a guerra. Com relação a este assunto,
porém, lá foi criado a lenda que no momento seguramente é
o mais potente de todos os elementos legendários querido ao americano
imaginação.
Abraham Lincoln é, no sentido exato, mais que uma lenda; ele se tornou
um culto. Imediatamente depois que a morte dele ele viveu na mente nacional para um
tempo como principalmente um mártir; então ênfase trocou ao humor dele e um
literatura inteira de contos brincalhões e réplicas e apologues ajuntou
ao redor o nome dele; então ele passou em uma zona mais sentimental e infinito
foram multiplicadas histórias sobre a devoção natural dele e o hábito dele de
ofensores inocentes perdoando. Fora do efflorescence de tudo estes
aspectos de lenda que acompanhou o centenário do nascimento dele lá têm
desde então parecia estar emergindo--entretanto os aspectos mais velhos ainda persistem como
bem--uma concepção dele como uma figura imediatamente alto e familiar, a
uma vez triste e engenhoso, imediatamente olímpico e humano. Entre poetas de tudo
graus de opinião o Lincoln é o herói nativo principal: Edwin Arlington
Robinson expressou melhor em palavras tão firme quanto bronze o Mestre
reputação para orgulho só e risada perdoando; John Gould Fletcher,
com uma eloqüência achada em nenhuma outra parte no trabalho dele, compara o Lincoln para um
suba em árvore tão sumamente que suas filiais alcançam os céus e suas raízes o
pedra primitiva e nações de homens podem descansar em sua sombra; Edgar Lee Masters,
de quem trabalho está cheio da sombra e luz de Lincoln, fez o dele a maioria
poema lírico comovente um epitáfio em Ann Rutledge, a menina o Lincoln amou e