Capítulo 33
mencione de nome de thy."[068] como os seguidores e assuntos de um
Rei onipotente, íntegro que nós nos esforçaremos para "trazer em cativeiro
todo pensamento para a obediência de Cristo."
É notável que um pronome plural é usado neste reconhecimento de
Cristo como _our_ Deus, enquanto em outro lugar ao longo do Credo o
confissão de convicção é pessoal, "eu acredito." A forma plural aqui
indica que enquanto em Jesus seguinte nós estamos separados do mundo,
nós somos juntados no companheirismo dos santos, e é os sócios de
a família inteira em céu e terra.
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ARTIGO 3
_Who foi concebido pelo Espírito santo, nascido da Virgem Mary_
O Credo procede declarar convicção na doutrina da Encarnação,
que é assim adiante fixo no Catecismo mais Curto: "Cristo, o Filho de
Deus, se tornou homem, levando a Ele um verdadeiro corpo, e um razoável
alma, sendo concebido pelo poder do Espírito santo, no útero do
Virgem a Mary, e nascido dela, contudo sem pecado."[069]
Dois Evangelistas registram o nascimento milagroso de Jesus. O Mark e John fazem
não recorra a isto, e o silêncio deles/delas conduziu alguns oponentes de
Cristianismo para desacreditar as declarações de Matthew e Luke. Mas enquanto
há nenhuma conta direta dada por Mark ou John do milagroso
concepção e nascimento de Jesus, o fato do Divine dele descida é incluída
em muitas porções dos Evangelhos deles/delas. As palavras com que o Mark abre o seu
narrativa expressa isto, "O começo do evangelho de Jesus, claramente
Cristo, o Filho de Deus"; [070] como faz a declaração que ele faz para isso a Seu
batismo veio uma voz lá de céu dizer, "Tu arte meu Filho amado,
em quem eu estou bem contente."[071] o John é igualmente explícito declarando
a convicção dele na Divindade de Jesus. A abertura formula do Evangelho dele
afirme o Divine dele natureza: "No princípio era o Word, e o Word
estava com Deus, e o Word era Deus. O mesmo era no princípio com
Deus. Todas as coisas foram feitas por ele; e sem ele não estava qualquer coisa feito