Capítulo 51
morte e corrupção começam o trabalho deles/delas no corpo. Morte está completa
só quando o espírito partiu, e é provável que isto
declaração no Credo foi significada expressar nas condições mais cheias que
A morte de Cristo era real. Como homem Ele tinha levado a Ele um verdadeiro corpo e
uma alma razoável, e quando o corpo dele foi crucificado e morto, o espírito dele,
passou, como outros álcoóis humanos passam a morte, em Inferno. Não é
sem um significado que nós lemos, "Quando o Jesus tinha chorado com uma voz alta,
ele deixou o fantasma."[118] fantasma simplesmente é espírito, e no caso dele, como
em o de todo homem, havia uma verdadeira partida da alma do
corpo a morte. Estava com o espírito dele que o último pensamento dele em vida era
ocupado. Ele soube que entretanto era partir do danificado,
tabernáculo contundido do corpo dele, era não desmaiar do Pai dele
visão ou o cuidado do Pai dele. "Gere, em mãos de thy recomendo eu meu
espírito," [119] foi as últimas palavras dele na cruz.
A descida em inferno não se refere para na Confissão de Westminster,
mas no Catecismo Maior é achada esta declaração: "Cristo
humilhação depois que a morte dele consistiu no ser dele enterrado, e
continuando no estado do morto, e debaixo do poder de morte, gaveta
o terceiro dia que hath sido expressado caso contrário nestes palavras, 'Ele
descido em inferno'" [120] o que o Westminster Divines quis dizer era, isso
enquanto o corpo de Cristo foi posto na sepultura o espírito dele passado do
visível ao mundo invisível que, como Ele compartilhou o lote comum de homens
na morte e enterro do corpo dele, assim Ele compartilhou o lote comum deles/delas dentro
passando como um espírito no domicílio de espíritos. A declaração disto
cláusula segue o que é dito do corpo de Jesus nisso naturalmente que
precede isto. Como foi crucificado o corpo dele, morto, e enterrou, assim o espírito dele
passado no domicílio de espíritos. "Em todas as coisas isto behoved ele para ser
feito como até os irmãos dele."[121]