Capítulo 17
ele, e passando para o círculo de braço dele o pescoço dele elevar a cabeça dele. "Taunton! Meu
preserver, meu anjo da guarda, minha testemunha! Mais querido, mais verdadeiro, mais amável de
seres humanos! Taunton! Pelo amor de Deus!"
Os olhos luminosos, escuros--tão mesmo, muito escuro agora, na face pálida--sorriu
nele; e a mão que ele tinha beijado se posto treze anos atrás
ternamente no peito dele.
"Escreva a minha mãe. Você verá Casa novamente. Lhe fale como nós nos tornamos
amigos. A confortará, como me conforta."
Ele falou nenhum mais, mas fracamente assinou para um momento para o cabelo dele como isto
tremulado no vento. A Bandeira o entendeu. Ele sorriu novamente quando
ele viu que, e, virando a face dele suavemente em cima de no braço apoiando como
se para resto, morreu, com a mão dele no peito no qual ele tinha reavivado
uma alma.
Nenhum olho seco olhou em Porta-bandeira Richard Doubledick que dia melancólico. Ele
enterrado o amigo dele no campo, e se tornou um solitário, despojado homem. Além de
o dever dele ele parecia ter mas dois cuidados restantes em life,--um, para
preserve o pequeno pacote de cabelo ele era dar à mãe de Taunton;
o outro, encontrar aquele francês oficial debaixo de que tinha reunido os homens
de quem fogo que Taunton derrubou. Uma lenda nova começou a circular entre agora nosso
tropas; e era, que quando ele e o oficial francês vieram cara a cara
mais uma vez, lá estaria lamentando na França.
A guerra foi em--e por isto passou o quadro exato do francês
oficial no um lado, e a realidade corporal no outro--até o
Batalha de Toulouse foi lutada. Nos lucros enviados casa se apareceu estes
palavras: "Severamente feridos, mas não perigosamente, Tenente Richard
Doubledick."
A Solstício de verão-tempo, no ano dezoito cem e quatorze, Tenente,
Richard Doubledick, agora soldado dourado, sete-e-trinta anos de idade,,
vindo casa a invalided de Inglaterra. Ele trouxe o cabelo com ele, perto de seu,
coração. Muitos um oficial francês o teve visto desde aquele dia; muitos um terrível