Capítulo 8
eu?'--que é um fato." Aqui ele esbofeteou a perna dele. "Tal sendo o caso,
Eu posso ser desculpado por lhe perguntar se o Alfred de seu nome?"
"Sim, senhor, meu nome é Alfred", devolveu o homem jovem.
"Eu não sou um conjurador", procurei o capitão, "e não me penso assim, ou eu
corrigirá logo o desengane. Igualmente não pense, se você por favor,
embora eu _do_ vêm daquele país dos bebês que eu estou perguntando
perguntas por pergunta-perguntar causa, porque eu não sou. Alguém que pertence
para você foi para o mar?"
"Meu irmão mais velho, Hugh", devolveu o homem jovem. Ele disse isto dentro um
alterado e abaixa voz, e olhou à mãe dele que elevou as mãos dela
apressadamente, e os reuniu pelo vestido preto dela, e olhou
avidamente à visita.
"Não! Pelo amor de Deus, não pense isso!" dito o capitão, em um solene
modo; "Eu trago nenhuma novidade boa dele."
Havia um silêncio, e a mãe virou a face dela ao fogo e pôs
a mão dela entre isto e os olhos dela. O pescador jovem ligeiramente motioned
para a janela, e o capitão, enquanto olhando naquela direção, viu um
viúva jovem, sentando a uma janela de neighbouring por um pequeno jardim,,
se ocupado de trabalho de agulha, com uma criança jovem que dorme no seio dela. O
silêncio continuou até que o capitão perguntou de Alfred,--
"Quanto tempo é desde que aconteceu?"
"Ele transportou melhor que três anos atrás para a última viagem dele."
"Navio golpeou em algum recife ou balança, como eu levo isto", disse o capitão,
"e todas as mãos perderam?"
"Sim."
"Wa'al!" dito o capitão, depois de um silêncio mais curto, "Aqui eu sento que pode
se acabe. Ele segura os mares no buraco de
A mão dele. Nós devemos toda a greve em algum lugar e abaixamos. Nosso conforto, então,,
para nós mesmos e um ao outro terá feito nosso dever. Eu apostaria seu
irmão fez o seu!"
"Sim!" respondido para o pescador jovem. "Se já o homem se esforçasse fielmente
em todas as ocasiões para fazer o dever dele, fez meu irmão. Meu irmão não era um