Capítulo 20
apetite que você pode depender em para uma onça."
"Sobre o café da manhã, senhor?" perguntado para Sra. Goldstraw. "Está lá qualquer coisa
particular--?"
Ela hesitou, e esquerda a oração inacabado. Os olhos dela viraram lentamente
longe do mestre dela, e olhou para o chaminé-pedaço. Se ela tivesse
sido uma empregada menos excelente e experiente, Sr. Wilding poderia ter
imaginou que a atenção dela estava começando a vagar ao mesmo início de
a entrevista.
"Oito hora é minha café da manhã-hora", ele retomou. "É um de meu
virtudes para nunca estar cansado de toucinho grelhado, e é um de meus vícios para
seja habitualmente suspeito do frescor de ovos." Sra. Goldstraw
olhado atrás para ele, ainda um pouco dividiu entre o chaminé do mestre dela-
pedaço e o mestre dela. "Eu levo chá", Sr. Wilding foi em; "e eu sou
talvez bastante nervoso e irrequieto sobre beber isto, dentro um certo
tempo depois que seja feito. Se meu chá estava muito longo--"
Ele hesitou, no lado dele, e esquerda a oração inacabado. Se ele tivesse
não estado comprometido discutindo um assunto de tal interesse supremo para
ele como o café da manhã dele, Sra. Goldstraw poderia ter imaginado que seu
atenção estava começando a vagar ao mesmo início da entrevista.
"Se seu chá estava muito longo, o senhor--?" dito a empregada, educadamente,
levando o linha perdida do mestre dela.
"Se meu chá estava muito longo", repetido mecanicamente o vinho-comerciante, seu,
mente que se põe mais distante e mais longe longe do café da manhã dele, e os olhos dele
se fixando cada vez mais de modo inquiridor no face da empregada dele.
"Se meu chá--Querido, querido eu, Sra. Goldstraw! isso que _is_ a maneira e tom
de voz que você me lembra de? Me golpeia iguale para-dia mais fortemente,
que fez quando eu o vi ontem. O que pode ser?"
"O que pode ser?" repetido Sra. Goldstraw.
Ela disse as palavras, enquanto pensando evidentemente enquanto ela os falou de algo
outro. O vinho-comerciante, enquanto olhando de modo inquiridor ainda para ela, observou isso