Capítulo 22
com sorrir admiração.
"Claro que, eu posso escolher algodão se eu quiser--"
"Mas raly de ye não fazem wanter?" Jim sorriu.
"Seguramente eu faço. Eu estou doente de escola."
Jim riu em voz alta e, vindo insinuatingly íntimo, sussurrado:
"Sho de I'se pickin de er doente' algodão, um' quando yer trabalho de de quite--"
"Eu não vou deixar--"
"Yassah, yassah?--Eu understan' dat--mas quartilho de de é, yer de _when_ _do_
deixe, não faça fergit Jim, Marse Jeff. Eu gosto de você. Você adquiriu coragem de de. EU
ter de desejos é yo' o homem."
A atração tocou o orgulho do Menino. Ele respondeu com dignidade quieta:
"Certo, James--"
Jim ergueu a cabeça dele e cercado os olhos dele:
"Des escutam a ele me chame Jeemes! Eu sei um real marster quando eu vejo
ele!"
Aquela noite, o pai não fez nenhuma pergunta e não fez nenhum comentário no
fato que ele tinha escolhido cem e dez libras de algodão--como muito como
qualquer homem no campo. Os decidindo trabalhar com as mãos dele dele tiveram aparentemente
sido aceitado como final.
Esta coisa de decidir vida para ele era um negócio sério. Vai
seja muito tolo pular para dentro de uma carreira com escravos, grosso e degradante,,
só porque um bobo aconteceu para estar ensinando na Academia de Município. Ele
tem que refletir sobre esta coisa. Cansado como era ele, ele se deita desperte até as onze
hora, pensando, pensando para ele.
Também, era trabalho solitário este pensamento para ele.
Se o pai dele tivesse feito só o pensamento para ele, teria sido assim
muito mais fácil aceitar a decisão dele e então o rebelde se ele não gostasse.
Ele voltou ao campo manhã que vem com determinação renovada.
Pelo dia longo, quente, interminável dobrou ele e lutou a batalha dentro
silêncio. A parte de trás dele doeu pior que o primeiro dia. Todo músculo em seu
pequeno corpo finamente amarrado foi contundido e dolorido e em chamas.
Ele começou a perguntar se o pai dele tivesse razão. Não era um homem um bobo dobro que
tido cérebros e recusou os usar?