Capítulo 87
era infantil prendendo importância tanto àquele evento, como lá,
tinha sido várias outras catástrofes de habitante que se assemelham a isto. De acordo com um
passagem em Manetho, muito suspeitou, porém, de ser uma interpolação,
Thoth, ou Hermes Trismegistus, antes do cataclismo, se teve,
se inscrito em stelæ, em hieroglyphical e idioma sagrado, o
princípios de todo o conhecimento. Depois disto o segundo Thoth traduziu em
a língua vulgar os conteúdos deste stelæ. Isto seria o único
Menção egípcia do Dilúvio, o mesmo Manetho que não fala disto dentro,
que restos para nós do dele 'Dinastias', o único dele complete trabalho autêntico.
O silêncio de todos os outros mitos da religião de Pharaonic nesta cabeça
faça muito provável que o anterior somente é uma tradição estrangeira,
recentemente introduzido, e nenhuma dúvida de Asiático e origem de Chaldean."
A minha mente a explicação desta omissão singular está muito clara. O
Egípcios tinham preservado nos anais deles/delas a história precisa do
destruição de Atlântida fora de qual as lendas de Inundação cresceram; e, como
eles contaram para os gregos, não tinha havido nenhuma inundação universal, mas só local
catástrofes. Possuindo a real história da catástrofe local que
Atlântida destruída, eles não se viciaram em qualquer mito aproximadamente um universal
dilúvio que cobre os montanha-topos de todo o mundo. Eles não tiveram nenhum Ararat
no bairro deles/delas.
As tradições das idades Cristãs cedo que tocam o Dilúvio apontaram
para o quarto do mundo no qual a Atlântida era situada.
Havia um monge velho pitoresco nomeou Cosmo que, aproximadamente mil anos
atrás, publicou um livro, "Topographia Christiana", acompanhado por um mapa,,
em qual ele dá a visão dele do mundo como era então compreendido. Isto
era um corpo cercado por água, e não descansando em nada. "A terra,"
diz Cosmo, "aperta para baixo, mas as partes ígneas tendem para cima", e
entre as forças contraditórias suspenderam os declives de terra, como