Capítulo 57
William subornou os dinamarqueses para ir embora; e assumiu tal vingança o
Inglês que todo o fogo anterior e espada, fumaça e cinzas, morte,
e arruina, não era nada comparado com isto. Em canções melancólicas, e
histórias dolorosas, ainda foi cantado e contou através de fogos de cabana em
noites de inverno, cem anos depois, como, nesse terrível
dias do Normans, não havia, do Rio Humber para o
Rio Tyne, a pessoa habitou aldeia partida, nem a pessoa cultivou campo -
como havia nada mais que uma ruína escura onde as criaturas humanas
e as bestas põem morto junto.
Os bandidos tiveram, a este tempo, o que eles chamados um Acampamento de Refúgio,,
no meio dos charcos de Cambridgeshire. Protegido por esses
chãos pantanosos que eram difícil de aproximação, eles se deitam entre o
canas e pressas, e era escondido pelas névoas das que se levantaram
a terra aguada. Agora, também havia, àquele tempo, em cima do mar,
em Flandres, um inglês nomeado HEREWARD em cujo o pai tinha morrido
a ausência dele, e de quem propriedade tinha sido dada a um Norman. Quando
ele ouviu falar desta injustiça que tinha sido terminado ele (de tal do
inglês exilado como chanced para vagar naquele país), ele desejou
para vingança; e unindo os bandidos no acampamento deles/delas de refúgio,
se tornado o chefe deles/delas. Ele era tão bom um soldado que o Normans
o ser ajudado através de encanto suposto. William, até mesmo depois que ele
tinha feito para uma estrada três milhas em comprimento pelo Cambridgeshire
pântanos, de propósito atacar isto suposto o encantador, pensamento isto
necessário noivar uma senhora velha que fingiu ser uma feiticeira,
vir e fazer um pequeno encanto na causa real. Para isto
pretenda ela foi empurrada em antes das tropas em uma torre de madeira; mas
Hereward dispôs muito logo desta feiticeira infeliz, por
a queimando, torre e tudo. Os monges do convento de Ely se aproximam
porém, à mão que estava apaixonado por bem viver, e que achou isto