Capítulo 76
de oitenta. Ele tinha sido uma vez o Robert de Normandy. Tenha pena dele!
Na ocasião quando o Robert de Normandy foi levado o prisioneiro por seu
irmão, o pequeno filho de Robert só tinha cinco anos. Esta criança
também, foi levado e levou antes do Rei, enquanto chorando e chorando;
para, jovem como era ele, ele soube que ele teve razão boa para ter medo de
o tio Real dele. O Rei não foi acostumado muito para compadecer esses
que estava no poder dele, mas o coração frio dele parecia para o momento para
amoleca para o menino. Ele foi observado para fazer um grande esforço, como
se se impedir de ser cruel, e ordenou que a criança fosse
levado fora; ao que um certo Barão que tinha se casado uma filha
de Duque Robert (através de nome, Helie de São Saen), levou custo de
ele, ternamente. A bondade do Rei não desejou por último. Antes de
dois anos terminaram, ele enviou os mensageiros ao Castelo deste senhor para
agarre a criança e o traga fora. O Barão não estava lá ao
tempo, mas os criados dele eram fiéis, e levou o menino fora dentro
o sono dele e o escondeu. Quando o Barão veio casa, e foi contado isso que
o Rei tinha feito, ele levou a criança no estrangeiro, e, o conduzindo por
a mão, foi de Rei para Rei e de Tribunal Cortejar, relacionando,
como a criança teve uma reivindicação ao trono de Inglaterra, e como seu
tio o Rei, sabendo que ele teve aquela reivindicação, teria assassinado
ele, talvez, mas para a fuga dele.
A mocidade e inocência do bem pequeno WILLIAM FITZ-ROBERT
(para isso era o nome dele) lhe fez muitos amigos naquele momento. Quando
ele se tornou um homem jovem, o Rei de França, unindo com o francês,
Contas de Anjou e Flandres, apoiou a causa dele contra o Rei
de Inglaterra, e levou muitos das cidades do Rei e castelos dentro
Normandy. Mas, Rei o Henry, astuto e esperto sempre, subornou alguns
dos amigos de William com dinheiro, algumas com promessas, alguns com
poder. Ele comprou fora a Conta de Anjou, prometendo se casar o seu,