Capítulo 79
a bordo O Navio Branco, com cem e quarenta Nobles jovem,
como ele, entre quem estavam dezoito senhoras nobres do mais alto
grau. Tudo isso companhia alegre, com os criados deles/delas e os cinqüenta,
marinheiros, fez a bordo para trezentas almas o Navio Branco justo.
'Dê três barris de vinho, Fitz-Stephen', disse o Príncipe, 'para o
cinqüenta marinheiros de renome! Meu pai o Rei velejou fora do
harbour. Que horas é fazer alegre lá aqui, e ainda alcance
Inglaterra com o resto?'
'Príncipe!' dito o Fitz-Stephen, 'antes de manhã, meus cinqüenta e O
Navio branco colherá o recipiente mais rápido em freqüência em seu
gere o Rei, se nós velejamos à meia-noite!'
Então o Príncipe comandou para fazer alegre; e os marinheiros beberam fora
os três barris de vinho; e o Príncipe e toda a companhia nobre
dançado no luar na coberta de O Navio Branco.
Quando, afinal, ela atirou fora do harbour de Barfleur, havia
não marinheiro sóbrio a bordo de. Mas as velas eram todo o jogo, e o
remos todo o merrily de andamento. Fitz-Stephen teve o capacete. O homossexual jovem
nobles e as senhoras bonitas, embrulhadas em mantos de vário,
colours luminoso para os proteger do resfriado, falou, riu, e
cantado. O Príncipe encorajou que os cinqüenta marinheiros remassem mais duro contudo,
para o honour de O Navio Branco.
Bata! Um grito maravilhoso sem dinheiro de trezentos corações. Era o
chore as pessoas nos recipientes distantes do Rei ouvidos fracamente em
a água. O Navio Branco tinha golpeado em uma pedra - estava enchendo -
abaixando!
Fitz-Stephen acelerou o Príncipe em um barco, com algum poucos Nobles.
'Empurre fora', ele sussurrou; 'e rema para pousar. Não é distante, e o
mar é liso. O resto de nós tem que morrer.'
Mas, como remaram fora eles, jejum, do navio de afundamento, o Príncipe
ouvido a voz da monja MARIE dele, a Condessa de Perche,,
pedindo ajuda. Ele tinha sido nunca na vida dele tão bom como era ele
então. Ele chorou em uma agonia, 'Reme atrás a qualquer risco! Eu não posso agüentar