Capítulo 16
salte no ar. Antes de ela fizesse bem que, ela leva um fundo
mergulhe na água. Antes de ela ganhar a superfície, ela lança
um summerset. O momento que ela está nas pernas dela, ela apressa para trás.
E assim ela vai em cambalear, enquanto levantando, lutando, saltando, mergulhando,,
saltando, lançando, pulsando, rolando, e balançando,: e indo
por todos estes movimentos, às vezes através de voltas, e às vezes
completamente: até que a pessoa sente disposto para rugir para clemência.
Um mordomo passa. 'Mordomo!' 'Senhor?' 'O que É a questão? o que FAZ
você chama isto?' 'Bastante um mar pesado em, senhor, e um cabeça-vento.'
Um cabeça-vento! Imagine uma face humana na proa do recipiente, com
quinze mil Samsons em dobrado ao dirigir o dela atrás, e
a batendo exatamente entre os olhos sempre que ela tenta
avance uma polegada. Imagine o navio ela, com todo pulso e
artéria do corpo enorme dela inchada e estourando debaixo disto
abuso, jurado ir em ou dado. Imagine o vento uivar, o
mar rugindo, a batida de chuva,: tudo em ordem furiosa contra ela.
Pinte o céu escuro e selvagem, e as nuvens, em medroso
condolência com as ondas, fazendo outro oceano no ar. Some
tudo isso, o tagarelando em coberta e abaixo; o passo de
pés apressados; os gritos roucos altos de marinheiros; o gargarejando dentro e
fora de água pelos embornais; com, de vez em quando, o
golpeando de um mar pesado nas pranchas acima, com o fundo, morto,
som pesado de trovão ouviu dentro de uma abóbada; - e há o
cabeça-vento daquela manhã de janeiro.
Eu não digo nada do do qual pode ser chamado os barulhos domésticos o
navio: como o rompimento de copo e louça de barro, o desmoronamento
abaixo de mordomos, as cambalhotas, em cima, de barris soltos e ocioso
dúzias de zelador engarrafado, e o muito notável e longe de
sons divertidos elevaram nos vários estado-quartos deles/delas pelo
setenta passageiros que estavam muito doente para para se levantar o café da manhã. Eu digo