Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
Capítulo 25
silenciosamente rastejado casa. "Oh", disse as covinhas, "o que faremos nós? Nós temos
nenhum lugar para descansar hoje à noite." "Aqui é o ninho de um pássaro; nos deixe descansar nisto,"
dito uma covinha. "Não, isso nunca fará", disse a outra covinha, "para
há o pássaro de mãe que descansa no ninho dela toda a noite."
Há pouco então eles espiaram um balanço de janela aberto em suas dobradiças. As estrelas minúsculas
saído e piou na janela, e a senhora-lua enviou prateado
raios lunares até ajude para as covinhas a achar um lugar descansando. Então o
covinhas voaram pela janela, e lá, perto de, no berço dela,
encortinado ao redor com branco, era um bebê pequenino, róseo, doce, e luminoso.
"Oh", disse uma covinha, "eu amaria descansar naquela bochecha rósea." "Assim
vá eu", disse a outra covinha. E eles cada levou uma bochecha rósea para um
expresse, e aqui eles descansaram a noite inteira muito tempo.
Os pisco-de-peito-ruivos sentaram cedo no amanhecer nos ramos alegres e cantaram alto e
longo, se despertando as covinhas que agora não souberam o que fazer assim. "Mas", disse
uma covinha, "nós não temos contudo ache nosso trabalho." A outra covinha disse:
"Nos deixe ficar aqui. Os olhos de bebê estão abrindo, e nós temos que esconder", e cada
covinha se conchegou fora nas bochechas de bebê. Então os olhos grandes, azuis dela abriram
largo, ver os raios de sol que tinham rastejado pelas janelas a ela
berço.
Os raios de sol persuadiram as covinhas para sair e jogar, mas as covinhas
só piaria fora, e quando eles fizeram, eles trouxeram sorrisos ao redor
os lábios róseos de bebê e olhos ensolarados.
"Assim você achou seu trabalho afinal", disse os raios de sol. E eles tiveram,
porque eles ajudaram tirar os sorrisos nas bochechas de bebê. Se você olha
o da próxima vez você vê o bebê você pode ver as covinhas que jogam pele e
busque.
A PEQUENA FLOR DE MAÇÃ ORGULHOSA
Era o mês de maio, mas o vento ainda soprou esfrie, para o sol era