Capítulo 7
diga?'
Minha mãe respondeu ela tinha tido aquele prazer. E ela teve um
consciência desagradável de não parecer insinuar que teve
sido um prazer dominando.
'Agora você a vê', disse Senhorita Betsey. Minha mãe dobrou a cabeça dela, e
lhe implorado que entrasse.
Eles entraram no parlour do que minha mãe tinha vindo, o fogo no
melhor se aloje no outro lado da passagem que não está iluminado - não
realmente, tendo estado iluminado desde o funeral de meu pai; e quando
eles eram ambos sentado, e Senhorita Betsey não disse nada, minha mãe,,
depois de tentar se conter vaidosamente, começou a chorar.
'Oh tut, tut, tut!' dito Senhorita Betsey, em uma pressa. 'Não faça isso!
Venha, venha!'
Minha mãe não pôde ajudar isto todavia, assim ela chorou até que ela
tinha a tido clamar.
'Tire seu boné, criança', disse Senhorita Betsey, 'e me deixou o ver.'
MINHA mãe era muito amedrontada dela recusar complacência com isto
pedido estranho, se ela tivesse alguma disposição para fazer assim. Então ela
fez como foi falada lhe, e fez isto com tais mãos nervosas que ela
cabelo (que era exuberante e bonito) caia em toda parte a face dela.
'Por que, abençoe meu coração!' exclamado Senhorita Betsey. 'Você é um mesmo
Mime!'
Minha mãe era, nenhuma dúvida, extraordinariamente jovem em aparecimento até mesmo para
os anos dela; ela pendurou a cabeça dela, como se fosse a falta dela, coisa pobre,,
e disse, enquanto chorando, que realmente ela tinha medo que ela era mas um
viúva infantil, e seria apenas uma mãe infantil se ela vivesse.
Em uma pausa curta que resultou, ela teve uma fantasia que ela sentia Senhorita
Betsey tocam o cabelo dela, e que sem mão rude; mas, olhando
a ela, na esperança tímida dela, ela achou aquela senhora que senta com o
saia do vestido dela comprimiu para cima, as mãos dela dobraram em um joelho, e ela
pés na defesa, carranqueando no fogo.
'No nome de Céu', disse Senhorita Betsey, de repente, 'por que Viveiro?'
'Você quer dizer a casa, ma'am?' perguntado para minha mãe.