Capítulo 29
a mesma razão, ter tido de mim o resto inteiro de,
perfeição, do desejo do qual eu estava consciente, e assim pôde de mim
ficou infinito, eterno, imutável, onisciente, todos-poderoso, e,
em multa, possuiu todas as perfeições nas quais eu poderia reconhecer
Deus. Para para saber a natureza de Deus (de quem existência foi
estabelecido pelos raciocínios precedendo), até onde minha própria natureza
permitido, eu só tive que considerar em referência a todas as propriedades de
o qual eu achei em minha mente alguma idéia, se a posse deles/delas era uma marca
de perfeição; e eu estava seguro que ninguém que indicou qualquer
imperfeição estava nele, e que nenhum do resto era awanting. Assim eu
percebido aquela dúvida, inconstância, tristeza, e tal goste, não pôde ser
achou em Deus, desde que eu teria estado contente para ser livre deles.
Além, eu tive idéias de muitas coisas sensatas e corpóreas; para embora eu
possa supor que eu estava sonhando, e que tudo que eu vi ou imaginei
era falso, eu não pude, não obstante, nega que as idéias estavam em realidade
em meus pensamentos. Mas, porque eu já tive muito claramente reconhecido dentro
eu que a natureza inteligente é distinta do corpóreo, e como
Eu observei que toda a composição é uma evidência de dependência, e que um
estado de dependência é manifestadamente um estado de imperfeição, eu então
determinou que não pudesse ser uma perfeição em Deus ser composto de
estas duas naturezas e que por conseguinte ele não foi composto assim; mas isso
se havia qualquer corpo no mundo, ou até mesmo qualquer inteligência, ou outro
naturezas que não estavam completamente perfeitas, a existência deles/delas dependeu do poder dele
de tal um modo que eles não pudessem subsistir sem ele para um único momento.
Eu era straightway disposto para procurar outras verdades e quando eu tive
representado a mim o objeto dos geômetras que eu concebi para ser
um corpo contínuo ou um espaço indefinidamente estendido em comprimento, amplitude, e