Capítulo 89
o que está lá--pondo isto no trabalho debaixo do mais favorável
condições. Obviamente ele não pode utilizar o que não está lá;
nem não enlate o pedagogo. Neste senso, hereditariedade é um limite de
educação. Reconhecimento deste fato previne o desperdício de energia
e a irritação da que resulta do hábito muito prevalecente
tentando fazer através de instrução algo de um indivíduo
o qual ele não é naturalmente provido se tornar. Mas a doutrina
não determine que uso será feito das capacidades que
exista. E, menos no caso do imbecil, este original
são variadas muito mais capacidades e potencial, até mesmo no caso,
do mais estúpido, que nós como ainda saiba utilizar corretamente.
Por conseguinte, enquanto um estudo cuidadoso das aptidões nativas e
deficiências de um indivíduo sempre são uma necessidade preliminar,
o passo subseqüente e importante é fornecer um ambiente
que funcionará adequadamente qualquer atividades estão presentes.
A relação de hereditariedade e ambiente é expressada bem dentro o
caso de idioma. Se um ser não tivesse nenhum órgão vocal de qual
assunto sons articulados, se ele não tivesse nenhum senso audível ou outro-
receptores e nenhuma conexão entre os dois jogos de aparato,
seria um desperdício completamente de tempo para tentar o ensinar
conversação. Ele nasce curto naquele respeito, e educação deve
aceite a limitação. Mas se ele tem este equipamento nativo, seu
posse de nenhuma maneira garantias que ele já falará qualquer
idioma ou que idioma que ele falará. O ambiente em qual
as atividades dele acontecem e por qual eles são levados em execução
resolve estas coisas. Se ele vivesse em um ambiente anti-social bobo
onde os homens recusaram falar com um ao outro e usaram só isso
mínimo de gestos sem os quais eles não puderam se dar bem, vocal,
idioma seria como inatingido por ele como se ele tivesse nenhum vocal
órgãos. Se os sons que ele faz acontecem em um médio de
pessoas que falam o idioma chinês, as atividades que fazem,