Capítulo 42
amedrontado que ele poderia vir a odiar.
Quando pequena Florença se apresentou timidamente, Mr Dombey parou
no pacing dele para cima e para baixo e olhou para ela. Se ele tivesse olhado com
maior interesse e com o olho de um pai, ele poderia ter lido nela
relance agudo os impulsos e teme isso a fez oscilar; o apaixonado
deseje correr, enquanto o agarrando, chorando, como ela escondeu a face dela em seu
abrace, 'Oh o pai, tente me amar! há ninguém mais!' o medo
de uma repulsão; o medo de ser muito corajoso, e do ofender; o
necessidade lastimável na qual ela se levantou de alguma garantia e encorajamento;
e como o coração jovem cobrado demais dela estava vagando para achar algum natural
descansar-lugar, para sua tristeza e afeto.
Mas ele não viu nada disto. Ele viu o dela interrompa irresolutely ao
porta e olha para ele; e ele viu nenhum mais.
'Entre', ele disse, 'entre: o que é a criança amedrontado de?'
Ela entrou; e depois de olhar a arredonde para um momento com um
ar incerto, estava de pé, enquanto apertando as mãos pequenas dela junto duro, fim,
dentro da porta.
'Venha aqui, Florença', disse o pai dela, coldly. 'Você sabe que eu
é?'
'Sim, Papai.'
'O tenha nada que dizer a mim?'
As lágrimas que estavam nos olhos dela como ela os elevou depressa a seu
enfrente, estava congelado pela expressão que usou. Ela olhou para baixo novamente,
e tirou a mão trêmula dela.
Mr Dombey levou isto livremente dentro o próprio dele, e estava de pé, enquanto olhando abaixo em
o dela para um momento, como se ele conhecesse o menos a criança, o que dizer ou
faça.
'Lá! Seja uma menina boa', ele disse, enquanto a batendo levemente na cabeça, e
relativo a ela como seja em segredo com um transtornado e duvidoso
olhar. 'Vá para Richards! Vá!'
A pequena filha dele hesitou para outro imediato como se ela
ainda teria se se pegar a sobre ele, ou teve algum prolongado espere que ele
possa a elevar nos braços dele e possa a beijar. Ela observou na face dele