Capítulo 21
patético, se inclinando figura nos degraus. Ela
desejou que toda criatura viva pudesse compartilhar o
alegria secreta que encheu a alma dela.
Ela tirou o gatinho do ninho dele ao lado do travesseiro dela
e esfregou a bochecha dela contra o pequeno nariz frio dele. Ele
sempre waked ela com um beijo nas pálpebras dela e então
se enrolado atrás para um gato-cochilo minúsculo até que ela pôde
se decida para subir.
Ela pulou do sofá com energia súbita e
estirado a figura delicada dela com um bocejo prodigioso.
"Cortês, Gatinho, nós temos que nos apressar!" ela chorou,
empurrando os pés nus dela em um par de bordaram
chinelos e lançando o quimono de flanela azul dela em em cima de
a camisola dela.
A café-panela era busily fervente quando ela teve
tomado banho e vestiu. Cada detalhe dela doméstico
horário era determinado um cuidado extra esta manhã. O
fogão era cuidadosamente polido, cada panela e panela colocaram
em sua prateleira com uma precisão que falou uma alegria incomum
dentro do coração da dona de casa.
E por tudo ela zumbiu um arrulho que
a assombrado das recordações de uma infância feliz.
O café da manhã em cima de, o gatinho alimentou, os pássaros dados
o banho deles/delas, a areia deles/delas e semeia, ela não pôde parar
até que o lugar inteiro tinha sido limpado completamente
e espanou. Exatamente por que ela tinha feito isto na quinta-feira
manhã era impossível dizer. Alguma força escondida
dentro tinha a impelido.
Então atrás no mundo de sonho a mente dela voou em
asas joviais. Era um sinal de Deus em resposta para
oração. Por que não? A Bíblia era cheio de tal
revelações antigamente. Deus não estava morto porque
o mundo era moderno e nós tivemos vapor e eletricidade.
A rotina de escola já era sombria. Ao redor cada
criança comum pendurou um halo de romance. Eles eram
amor-criança hoje. Ela teceu um sonho de ternura,
de cavalheirismo, e ações heróicas sobre eles tudo. Ela
procurado cada face para alguma linha de beleza pegada dentro