Capítulo 49
corpo. Os próprios dedos trêmulos dela o agarrados com
ternura ardente desesperada. Ela se despertou com
um esforço e se afastou.
"Isso é bastante agora. Eu tenho que ter um pequeno comum-
senso. Vamos----"
Ele agarrado a mão dela.
"Você me deixará vir o ver, amanhã de noite?"
"Sim----"
"E a noite que vem--e todas as noites esta semana--
o que é a diferença? Não há ninguém para dizer que não, é
lá?"
"Ninguém."
"Você me deixará?"
"Amanhã seguramente. Talvez você não quererá vir o
noite que vem."
"Talvez eu não vou! Há pouco espere e veja!"
Ele agarrou ambas as mãos novamente e a segurou a braços'
comprimento.
"Ainda não vá--só me deixe olhar para você um minuto
mais! A única menina eu já tive em minha vida--e ela é
a mais bonita coisa que Deus já fez nesta terra. Ai não
Eu o menino afortunado?"
"Nós temos que ir agora", ela chorou, enquanto se ruborizando novamente abaixo
os olhos ardentes dele.
Ele derrubou as mãos dela de repente e saudou exército
moda.
"Certo, professor! Eu sou o pequeno menino que faz
exatamente o que ele é contado."
Eles passearam devagar ao longo das areias lustrando dentro
silêncio. De vez em quando a mão esbelta dele pegou o sua e
esmagado isto. O momento ele a tocou uma chama viva
flamejado pelo corpo dela--e por todo momento de
contate os nervos dela pulsaram e tremeram como se um
músico estava varrendo os fios de uma harpa. Se isto
amor não seja, o que poderia ser?
O ser inteiro dela, corpo e alma, respondidas a seu.
O corpo dela se orientou instintivamente a seu, puxado por alguns,
escondido, poder de resistless. As mãos dela saíram para se encontrar
seu; os lábios dela saltaram a seu.
Ela tem que testar isto com tempo, claro que. E ainda ela
sabido por um senso interno fundo que tempo poderia abanar só o
chama que tinha sido acendida em consumir fogo que
tem que derreter toda barreira entre eles.
Ela tinha lhe perguntado nada dele, o negócio dele,
ou o futuro dele, e não soube nada exclua o que ele tinha contado