Capítulo 9
com os olhos azuis dele, como a maneira dele sempre estava a tempos tempestuosos.
Minha irmã teve um modo cortante de cortar nossa pão-e-manteiga para
nós, que nunca variou. Primeiro, com a mão esquerda dela esmagou ela o
pão duro e rápido contra o babador dela - onde às vezes adquiriu um alfinete
nisto, e às vezes uma agulha na qual nós entramos depois nosso
bocas. Então ela levou um pouco de manteiga (não muito) em uma faca e
esparrame no pão, em um tipo de farmacêutico de modo, como se ela fosse
fazendo um plaister - usando ambos os lados da faca com um esbofetear
destreza, e aparando e modelando a manteiga fora círculo o
crosta. Então, ela deu para a faca um final inteligente esfregue na extremidade de
o plaister, e então serrou um círculo muito grosso fora o pão: o qual
ela finalmente, antes de separar do pão, cortou em dois
meio dos quais o José adquiriu um, e eu o outro.
Entretanto na ocasião presente, eu tinha fome, eu ousei não coma meu
fatia. Eu sentia que eu tenho que ter algo em reserva para meu terrível
conhecido, e o aliado dele o ainda homem jovem mais terrível. EU
sabido o trabalho doméstico de Sra. José para ser do tipo mais rígido, e isso
minhas pesquisas ladras não poderiam achar nada disponível na caixa forte.
Então eu solucionei para derrubar meu naco de pão-e-manteiga o
perna de minhas calças compridas.
O esforço de resolução necessário à realização disto
pretenda, eu achei para ser bastante terrível. Era como se eu tivesse que fazer as pazes
minha mente para saltar do topo de uma casa alta, ou mergulha em um
grande profundidade de água. E foi feito o mais difícil pelo
José inconsciente. Em nossa maçonaria já-mencionada como
da mesma categoria-sofredores, e na companhia agradável dele comigo, isto
era nosso hábito de noite para comparar o modo nós mordemos por nossas fatias,
segurando de vez em quando silenciosamente os até um ao outro admiração
- que nos estimulou a esforços novos. Para-noite, José várias vezes