Capítulo 5
não sinta sedento. Isso era o círculo inteiro de sentimentos humanos,
até onde eu soube, exclua a dor de ser batida.
'Bem', disse ele, 'você vai, George, para uma fazenda-casa saudável para
seja purificado. Mantenha no ar lá tanto quanto você puder. Viva um
vida de fora-de-porta lá, até que você é ido buscar fora. Você teve melhor
não diga muito - na realidade, você teve tem melhor muito cuidado para não dizer
qualquer coisa - sobre o do qual seus pais morreram, ou eles poderiam não gostar
o alojar. Se comporte bem, e eu o porei a escola; O, sim!
Eu o porei a escola, entretanto não me obrigam a que faça isto. Eu sou um
criado do Deus, George,; e eu fui um criado bom a ele,
Eu tenho, estes cinco-e-trinta anos. O Deus teve um bem
criado em mim, e ele conhece isto.'
O que eu supus então que significou por isto, eu não posso imaginar. Como
pequeno eu sei quando eu comecei a compreender que ele era um proeminente
sócio de alguma denominação obscura ou congregação, todo sócio,
de qual segurou adiante ao resto quando tão inclinado, e entre quem ele
foi chamado Irmão Hawkyard. Era bastante para eu saber, nisso,
dia na custódia, que o carro do fazendeiro estava esperando por mim ao
canto de rua. Eu não estava lento para entrar nisto; para isto era o primeiro
monte eu já tive em minha vida.
Me fez sonolento, e eu dormi. Primeiro, eu encarei o Preston ruas
contanto que eles durassem; e, enquanto isso, eu posso ter tido algum pequeno
desejando saber bobo dentro de mim paradeiro que nosso porão era; mas eu duvido
isto. Tal um pequeno diabo mundano era eu, que eu não levei nenhum pensamento que
enterraria o pai e mãe, ou onde eles seriam enterrados, ou
quando. A pergunta se o comendo e bebendo de dia, e o
cobrindo de noite, seria como bem na fazenda-casa como ao
custódia substituiu essas perguntas.
Os sacudindo do carro em uma estrada pedregosa solta me despertaram; e eu achei
que nós estávamos montando uma colina íngreme por onde a estrada era um rutty-