Capítulo 7
e olhos que brilham com diversão.
O Hans pulou aos pés dele e começou em perseguição viva, mas era
nenhuma coisa fácil para pegar Gretel. Antes de ela tivesse viajado muito longe,
também, os patins dela começaram a ranger.
Acreditando que discrição era a parte melhor de valor, ela,
virado de repente e patinou no braços do perseguidor dela.
"Ha! ha! Eu o peguei!" chorado o Hans.
"Ha! ha! Eu O" peguei, ela replicou, enquanto lutando livrar
ela.
Há pouco então uma voz clara, rápida foi ouvida chamada, "Hans!
Gretel!"
"É a mãe", disse o Hans, enquanto parecendo solene em um momento.
Antes deste tempo o canal foi dourado com luz solar. O puro
ar matutino era muito encantador, e os patinadores eram gradualmente
aumentando em números. Era difícil de obedecer a convocação. Mas
Gretel e Hans eram as crianças boas; sem um pensamento de render
para demorar, eles puxaram fora os patins deles/delas para a tentação,
ainda deixando meio os nós amarraram. Hans, com o grande honestamente dele
ombros e cabelos amarelos fechados, sobressaiu alto acima o de olhos azuis dele
pequena irmã como marcharam para casa eles. Ele tinha quinze anos
e Gretel tinha só doze anos. Ele era um sólido, enquanto amável-olhando o menino,
com olhos honestos e uma sobrancelha que pareciam agüentar uma BONDADE de sinal
DENTRO da mesma maneira que o pequeno zomerhuis holandês * {casa de Verão} usos
um lema em cima de seu portal. Gretel era flexível e rápido; os olhos dela
tido uma luz dançando neles, e enquanto você olhou para a bochecha dela
a cor empalideceu e afundou da mesma maneira que faz em uma cama de cor-de-rosa
e flores brancas quando o vento está soprando.
Assim que as crianças virassem do canal, eles poderiam ver
o cabana dos pais deles/delas. O forma alta da mãe deles/delas, formada dentro,
jaqueta e anágua e boné íntimo-próprio, estava de pé, como um
se imagine, na armação dobrada da entrada. Tido a cabana
estado fora uma milha, ainda teria parecido próximo. Naquele apartamento