Capítulo 88
todos os telhados são esquisitos a mim, quanto ao assunto. Eu quero dizer a casa
próximo àquele edifício de verde."
"Retifique bastante, há uma menina! Eu lhe conto isso que, capitão", chamou
fora Lambert, passando despercebido facilmente em holandês, "nós temos que sair disto
rua o mais cedo possível. Está cheio de bebês! Eles montarão
uma rajada em um momento."
O capitão riu. "Eu o levarei ouvir música melhor que
que", ele disse. "Nós há pouco somos a tempo ouvir o órgão de São
Bavon. A igreja está aberta hoje."
"O que, o grande órgão de Haarlem?" Ben perguntado. "Isso será um
realmente trate. Eu li freqüentemente disto, com seu tremendo
tubos, e seu humana de vox * {Uma parada de órgão que produz um
efeito que se assemelha à voz humana.} isso parece um gigante
cantando."
"O mesmo", respondido furgão de Lambert Mounen.
Peter tinha razão. A igreja estava aberta, entretanto não para religioso
serviços. Alguém estava jogando no órgão. Como os meninos
entrado, uma inchação de som apressou para os conhecer adiante. Parecia
os agüentar, um por um, nas sombras do edifício.
Mais alto e mais alto cresceu até que se tornou como o estrondo e rugido
de alguma tempestade poderosa, ou como o oceano que surge na costa.
No meio do tumulto foi ouvido um sino de tinido; outro
respondido, então outro, e a tempestade pausou como se escutar.
Os sinos cresceram mais corajosos; eles tocaram em voz alta e clara fora. Outro
sinos fundo-harmonizados uniram dentro; eles estavam soando dentro solene
concerto--ding, dong! ding, dong! A tempestade irrompeu com
fúria redobrada, juntando seu trovão distante. Os meninos olharam
a um ao outro mas não falou. Estava crescendo sério. O que
isso era? QUEM gritou? O QUE gritou--aquele terrível, musical
grito? Era homem ou demônio? Ou era isto algum monstro se calado
atrás disso esculpido moldam metais, atrás dessa grande prata
colunas--alguns desesperando monstro implorando, gritando para liberdade!