Capítulo 29
expressão mais dura nos cumprimentos deles/delas como eles vieram mais íntimos
junto.
'Seu florete, senhor merecedor!'
Ao momento que ele pronunciou estas palavras o Graham começou, e
se retirando alguns passos, pôs a mão dele no punhal no cinto dele.
'Você é o homem cujo cavalo que eu segurava antes do Bowyer
porta? Você aquele homem é? Fale!'
'Fora, você 'cão de caça de prentice!' dito o outro.
'Você é ele! Eu conheço bem agora o!' chorado o Graham. 'Não deixe nenhum homem pisar
entre nós dois, ou eu serei o assassino dele.' Com isso ele puxou o seu
punhal, e apressou dentro nele.
O estranho tinha tirado a arma dele da bainha pronto para o
escrutínio, antes de uma palavra fosse falada. Ele fez um empurrão a seu
assaltante, mas o punhal que o Graham apertou na mão esquerda dele
sendo em uso o dirk naquele momento por aparar tal sopra,
prontamente desviado o ponto. Eles fecharam. O punhal caiu
tagarelando no chão, e Graham, arrancando o espada do adversário dele,
do aperto dele, mergulhou isto pelo coração dele. Como ele puxou isto fora isto
estalou em dois, enquanto deixando um fragmento no corpo do homem morto.
Tudo isso passou tão rapidamente que os espectadores olharam em sem um
esforço para interferir; mas o homem era nenhum mais cedo abaixo que um alvoroço
irrompido qual alugar o ar. O apressando auxiliar pelo
portão proclamou que o mestre dele, um nobre, tinha sido fixo em e
morto por um cidadão; a palavra esparramou depressa de boca para declamar;
A Catedral de São Paul, e todo livro-loja, usual, e fumagem-
casa no adro despejado seu fluxo de cavaleiros e
os seguidores deles/delas que entrosando junto em um corpo tumultuoso denso,
lutado, espada em mão, para a mancha.
Com impetuosidade igual, e estimulando um ao outro através de gritos altos
e gritos, os cidadãos e pessoas comuns assumiram para cima a disputa
o lado deles/delas, e cercando Mestre Graham cem fundo, o forçou
do portão. Em vão ele renunciou à espada quebrada sobre a cabeça dele,