Capítulo 19
navegação-barco e saiu na água para compor um poema para uma senhora,
e a água era azul--oh, tão azul quanto o ego do céu, e as areias
do Lido era prateado, e a água arrastou suavemente em cima deles,
tão suavemente quanto os pequenos pés de uma criança. E havia uma aglomeração de
oliveiras lá tão verde sobre seja preto, e lá desceu
antes disto um grande pássaro de egípcio escarlate. E a beleza disso
trazido as lágrimas a meus olhos, de forma que mim pensou em freiras dentro o deles/delas
celas e frades descalços nas terras ocas, e eles que se esforçam
para paraíso. O que me preocupei eu com paraíso? Um veneziano eu. Assim
por que eu deveria querer ir para a China?"
"Você fez um grande caso para a grandeza e beleza de Veneza,"
diz o mar-capitão. "É adorável, seguramente", diz ele, enchendo o seu,
tubo; "mas poetas melhores nem você, meu rapaz", dizem ele, enquanto iluminando isto, "tenha
tentado descrever a graça e beleza de Tao-Tuen, e", diz ele
levando um puxe, "falhou."
"Tao-Tuen é um nome bonito. Está como duas notas arrancadas em um
harpa. E deve ser um lugar maravilhoso, seguramente, se grandes poetas
não pode descrever isto."
"Não é um lugar", disse o capitão, "é uma menina."
"Como para mulheres, Veneza --"
"Veneza seja condenada!" dito o mar-capitão. "Não em Veneza, não em
todo o mundo, está lá o igual para graça ou beleza de Tao-Tuen.
Eles chamam os Sinos Dourados" dela, ele diz.
"Ela é uma dançar-menina?" Marco perguntou.
"Ela não é uma dançar-menina", diz o mar-capitão, "ela é o
filha de Kubla, o grande Khan."
"Princesa fria" e bonita, diz Marco Polo.
"Ela não é uma princesa fria" e bonita, diz o mar-capitão.
"Ela está morna como o sol em começo de junho, e ela pode estar bonita e
princesa, mas todos nós pensamos nela como Sinos Dourados, a pequena menina,
no jardim chinês."
"Você já a viu?" diz Marco, avidamente. "Me fale."
"Eu a vi antes de eu parti", diz o mar-capitão. "Eu era ao