Capítulo 37
a extremidade de deserto, entretanto eles não souberam. E os duendes e o
bruxos levaram deliberação, porque eles tinham agora medo o Marco e o poucos dele
pessoas escapariam. Eles se reuniram e eles leram as letras rúnicas
da Areia Corrente.
E de repente os camelos se apressaram gritando no deserto com súbito
apavore, e um vento ardente veio, e as areias subiram, e o deserto
colocar salto* no* sapato* como um navio, e o dia ficou noturno.
E Marco Polo jovem podia estar nenhum mais. Isso era o fim, o fim,
dele, o fim do mundo, o fim de tudo. Havia vermelho
escuridão todo onde, e ele não poderia ver ninguém. "O meu Deus Jesus!"
ele chorou. "O pequenos Sinos Dourados!" O vento prosperou como um órgão.
A areia gritou. "O meu Deus Jesus! O pequenos Sinos Dourados!" E
as vozes do pai dele e tio estavam como os pássaros piando.
"Onde o rapaz é, Matthew? Onde nosso rapaz é?" "Marque, Mark onde
tenha você adquiriu? Rapaz de nosso coração onde você é?" Mas eles não puderam
ache um ao outro. A areia os esbofeteou como petecas. "Menino o Mark!"
A areia rosnou como um cachorro; o vento martelou como tambores. "Oh, Dourado
Sinos! O, pequenos Sinos Dourados! O, meu Deus Jesus, tem que terminar aqui?"
E a briga saiu dele, e um soluço grande sem dinheiro nele, e ele
coloque dado. . .
XI DE CAPÍTULO
Eu lhe contarei agora Sinos Dourados, e ela no Jardim chinês.
XII DE CAPÍTULO
Eu o teria a ver agora como eu a vejo, enquanto se levantando antes de Li Po, o
grande poeta, na fantasia verde dela. E Li Po, grande, engordam, com triste
olhos e uma boca trançada, incômodo como seja condenado. O sol
lustrado no jardim, as borboletas, o vermelho e preto e dourado
borboletas, flitted de flor para florescer. E as abelhas vadiaram.
E nos bancos do lago verde escavaram o kingfisher o pequenino dele
more, e o vento tremeu as flores das maçã-árvores. E Li Po
sentado na laje marmórea e era muito incômodo. E em uma escuridão
pavilhão era Sanany, o mágico, pensando como uma coruja. E Dourado