Capítulo 58
antes de. Eu sei que o doutor deve ter razão, Oliver, porque eu sonho
tanto de Céu, e Anjos, e faces amáveis que eu nunca vejo
quando eu estou acordado. Me beije', disse a criança, enquanto subindo o baixo
portão, e arremessando os pequenos braços dele o pescoço de redondo Oliver.
'Bom-b'ye, querido! Deus o abençoa!'
A bênção era dos lábios de uma criança jovem, mas foi o primeiro
aquele Oliver alguma vez tinha ouvido invocado na cabeça dele; e pelo
lutas e sofrimentos, e dificuldades e mudanças, do dele depois de
vida, ele esqueceu isto nunca uma vez.
CAPÍTULO VIII
OLIVER WALKS PARA LONDRES. ELE ENCONTRA NA ESTRADA UM TIPO ESTRANHO
DE CAVALHEIRO JOVEM
Oliver alcançou a escada à qual o por-caminho terminou; e
mais uma vez ganhado o alto-estrada. Eram agora oito horas. Embora
ele era quase cinco milhas longe da cidade, ele correu, e escondeu
atrás das cercas vivas, através de voltas, até meio-dia: temendo que ele poderia ser
procurado e colhido. Então ele sentou até resto pelo lado de
o marco miliário, e começou a pensar, pela primeira vez, onde ele
teve vá melhor e tente viver.
A pedra pela qual ele estava sentado, agüente, em caráter grandes, um
intimação que era há pouco setenta milhas daquela mancha para
Londres. O nome despertado um trem novo de idéias na mente do menino.
Londres!--aquele grande lugar!--ninguém--nem mesmo Sr. Vacile--pôde
já o ache lá! Ele tinha ouvido freqüentemente os homens velhos dentro o
também, workhouse dizem que nenhum rapaz de desejo de necessidade de espírito em Londres;
e que havia modos de morar naquela cidade vasta que esses
que tinha sido criado para cima em partes rurais não teve nenhuma idéia de. Era o
mesmo lugar para um menino sem-lar que tem que morrer nas ruas a menos que
algum a pessoa o ajudou. Como estas coisas atravessaram os pensamentos dele,
ele saltou nos pés dele, e novamente caminhou adiante.
Ele tinha diminuído a distância entre ele e Londres por cheio
quatro milhas mais, antes de ele lembrasse quanto tem que sofrer ele