Capítulo 87
senhor.'
O homem tinha razão. A maneira dele era determinada; e o assunto era
crescendo bastante muito sério para ser silenciado para cima.
'Jure o homem', rosnou Sr. Fang, com uma graça muito doente. 'Agora,
tripule, o que o tem conseguiu dizer?'
'Isto', disse o homem: 'Eu vi três meninos: dois outros e o
prisioneiro aqui: vadiando no lado oposto do modo, quando
este cavalheiro estava lendo. O roubo estava comprometido por outro
menino. Eu vi isto terminado; e eu vi que este menino estava perfeitamente pasmo
e stupified por isto.' Tendo antes deste tempo recuperaram um pouco
respiração, o merecedor livro-protele o guardião procedeu relacionar, em um
maneira mais coerente as circunstâncias exatas do roubo.
'Por que você não veio aqui antes?' dito Colmilho, depois de uma pausa.
'Eu não tive uma alma para prestar atenção à loja', respondeu o homem. 'Todo o mundo
que poderia me ter ajudado, tinha unido na perseguição. Eu poderia adquirir
ninguém até cinco atas atrás; e eu corri aqui todo o modo.'
'O promotor estava lendo, ele era?' Colmilho indagado, depois de
outra pausa.
'Sim', respondeu o homem. 'O mesmo livro que ele tem na mão dele.'
'Oh, aquele livro, eh?' dito Colmilho. 'É pagado?'
'Não, não é', respondeu o homem, com um sorriso.
'Querido eu, eu esqueci em toda parte isto!' exclamado o ausente velho
cavalheiro, inocentemente.
'Uma pessoa agradável para preferir um custo contra um menino pobre!' dito Colmilho,
com um esforço cômico para parecer humanitário. 'Eu considero, senhor que você
obteve posse daquele livro, debaixo de muito suspeito e
circunstâncias desacreditadoras; e você pode se pensar mesmo
afortunado que o dono da propriedade recusa processar.
Deixe isto ser uma lição a você, meu homem, ou a lei o colherá
ainda. O menino é descarregado. Clareie o escritório!'
'D--n eu!' chorou o cavalheiro velho, enquanto explodindo fora da raiva ele
tinha controlado tão longo, 'd--n eu! Eu vou--'
'Clareie o escritório!' dito o magistrado. 'Oficiais, você ouve?