Capítulo 28
isso veio do Sul onde flores já eram florescentes e
pássaros cantando. O hucksters estavam vendendo doces violetas e o
grito do homem de morango ecoou ao longo das ruas laterais.
Quarta Avenida foi empilhada com o material de construtores. O tijolo velho
casas estavam esmigalhando e monstros aço-sanfonados que escalam no
céu dos locais deles/delas.
"Progrida em todos lugares mas nas igrejas", Gordon murmurado. "O
Igreja só parece morto em Nova Iorque."
Broadway era um rio vasto de humanidade. Até onde o olho pôde
alcance a multidão engolfou os pavimentos e alagou no
ruas entre os meio-fios, entrosando com a massa de carros, táxis,,
caminhões e vagões. Em qualquer lado sobressaíram as milhas intermináveis
de casas empresariais a cujas nervos e artérias chegam aos limites
do mundo conhecido, selvagem e civilizado. Atrás dessas frentes sentou
os engenheiros de indústria com as mãos deles/delas nos reguladores de pressão do
a maquinaria de mundo, os olhos agudos deles/delas e orelhas alertam a todo som
de perigo no rugido incessante ao redor deles.
Sombrio e longe parecia o mundo de Espírito desses se apressando,
apressando, amaldiçoando, lutando os homens. E ainda a terra estava tremendo
em baixo deles com o choque de forças espirituais. A idade de milagres
só estava amanhecendo.
Ele tinha vontade de escalar à torre de um desses grandes templos
de comércio e gritando à multidão para erguer para cima as cabeças deles/delas de
as pedras debaixo de e além da linha de muito alto aço e granito
veja a Glória de Deus. E como pensou ele como pequeno aquela multidão vai
atenda a se ele fizesse, ele se sentia no aperto de forças Titânicas
de Natureza que passa por tempo e eternidade, e que ele era mas
um átomo lançado pela fúria deles/delas.
Como ele passou o olho dele para a Prefeitura descansou nos muito alto castelos
dos jornais metropolitanos. Ele poderia sentir a palpitação no ar
das imprensas deles/delas, o zumbido das rodas deles/delas dentro de rodas contar