Capítulo 65
"Não há nada tolo sobre isto. Beleza é um atributo do
divino. Eu adoro isto para sua própria doce causa onde quer que eu ache isto, em
pérola ou opala, dewdrop ou flor, as estrelas, ou a face de uma mulher ou
forma ou olhos."
Ela abaixou a cabeça dela.
"Você sabe a lenda velha da opala?" ele perguntou.
Ele levou algumas pedras do bolso dele e conteve a luz uma opala
de lustre raro.
"Não está bonito?" ela chorou.
"E sua história está tão bonita quanto sua face. Escute: Um raio de sol
demorado debaixo de uma folha na floresta a pôr-do-sol, contrário a a licença
tão feira uma mancha, até a lua de repente rosa. Arrebatado com o
vislumbrando beleza de um raio lunar, ele se levantou encantado e tremendo
e não pôde ir. Em êxtase se encontraram eles, abraçaram e beijaram. O
sol afundou e o deixou nos braços dela. A opala é a criança do deles/delas
amor. Em sua face justa é entrosada a prata da subida sempre
lua e a glória dourada do pôr-do-sol."
"Eu acredito que você fez as pazes isso, ela riu.
"Eu desejo que eu fosse bastante o poeta."
"Eu tive nenhuma idéia que você sonhou com tal tolice romântica."
"Sim, eu sonho muitas coisas. Eu tive um sonho engraçado sobre você o outro
noite."
"Me conte o que era", ela implorou.
"Eu não ouso."
"Eu pensei que você ousaria qualquer coisa."
"Não; você vê, sonhos são tais mistérios íntimos, não convencionais.
Sonhos não têm nenhuma consideração para lei ou costume A alma e o corpo parece
igualmente livre e sem pecado ou vergonha. Eu tenho um sentimento curioso
de temor sobre sono e sonhos. É a evidência mais segura da que eu tenho
imortalidade e a realidade de uma vida espiritual. Sou a mim o
também, profecia do mundo ideal no qual nós ousaremos viver
algum dia o que nós realmente somos, sem pretence ou hipocrisia--ao vivo
aquela vida interna secreta funda que nós às vezes tentamos esconder do olho
de Deus."
"E você vai nem mesmo me dê uma sugestão deste sonho?"
"Não. Era muito tolo, mas muito encantando e bonito. Era