Capítulo 21
abra ao topo, para o dia luminoso. Eu lhe pergunto o que é. Ela
dobras os braços dela, olha de soslaio hideously, e olhares fixos. Eu pergunto novamente. Ela
relances arredondam, ver que toda a pequena companhia está lá; senta
abaixo em um montículo de pedras; lançamentos para cima os braços dela, e gritos fora,
como um demônio, 'La Salle de la Pergunta!'
A Câmara de Tortura! E o telhado foi feito daquela forma para
abafe os gritos da vítima! Oh Duende, Duende, nos deixou pensarmos disto
por algum tempo, em silêncio. Paz, Duende! Sente com seus braços curtos
cruzado em suas pernas curtas, naquele montão de pedras, para só cinco,
atas, e então arde novamente fora.
Atas! Segundos não são marcados no relógio de Palácio, quando, com
os olhos dela brilhando fogo, Duende é para cima, no meio da câmara,,
descrevendo, com os braços bronzeados dela, uma roda de sopros pesados. Assim
correu em volta! Duende de gritos. Triture, triture, triture! Uma rotina infinita
de martelos pesados. Triture, triture, triture! nos membros do sofredor.
Veja o cocho de pedra! diz Duende. Para a tortura de água! Gargarejo,
enxague, inche, estoure, para o honour do Redentor! Chupe o sangrento
atormente, profundamente abaixo em seu corpo de unbelieving, Herege, a toda respiração,
você puxa! E quando o executor arranca isto fora, enquanto cheirando com o
mistérios menores da própria Imagem de Deus, nos conheça para o escolhido dele
criados, verdadeiros crentes no Sermão no Monte, eleito
discípulos de Ele que nunca fez um milagre mas curar: quem nunca
golpeado um homem com paralisia, cegueira, surdez, estupidez, loucura,,
qualquer uma aflição de gênero humano; e nunca estirou a mão santificada dele
fora, mas dar alívio e facilidade!
Veja! Duende de gritos. Lá o forno estava. Lá eles fizeram o
ferro incandescente. Esses buracos apoiaram a estaca afiada em qual o
pessoas torturadas penduraram equilibrado: oscilando com o peso inteiro deles/delas
do telhado. 'Mas; ' e Duende sussurra isto; 'Monsieur tem