Capítulo 24
Quando nós deixamos o lugar, eu a acompanhei na casa dela, debaixo do
portal exterior da fortaleza, comprar uma pequena história do
construindo. O cabaré dela, uma escuridão, se aloja baixo, iluminado através de janelas pequenas,
penetrado a parede grossa--na luz amolecida, e com sua forja-
goste de chaminé; seu pequeno contador pela porta, com garrafas, jarros,
e óculos nisto; seus instrumentos domésticos e sucatas de vestido
contra a parede; e uma mulher sóbrio-olhando (ela tem que ter um
vida congenial disto, com Duende,) tricotando à porta--olhou
precisamente como um quadro por OSTADE.
Eu caminhei em volta no lado de fora o edifício, em um tipo de sonho, e
ainda com o senso encantador de ter despertado disto de qual
a luz, abaixo nas abóbadas, tinha me dado a garantia. O
imensas densidades e altura vertiginosa das paredes, o enorme
força das torres volumosas, a grande extensão do edifício,,
suas proporções gigantescas, carranqueando aspecto, e bárbaro
irregularidade, desperte temor e maravilha. A lembrança de seu
usos velhos opostos: uma fortaleza inconquistável, um palácio luxuoso, um
prisão horrível, um lugar de tortura, o tribunal do Inquisição,:
a um e o mesmo tempo, uma casa de festejar, lutando, religião,,
e sangue: dá a toda pedra em sua forma enorme um medroso
interesse, e dá significado novo a suas incongruências. Eu pude
porém, pense então de pequeno, ou deseje depois, mas o sol em
os calabouços. O palácio que desce é o vadiar-lugar de
soldados ruidosos, e sendo forçado a ecoar a conversa áspera deles/delas, e
juramentos comuns, e ter os artigos de vestuário deles/delas tremulando de seu sujo
janelas, era alguma redução de seu estado, e algo para alegrar
a; mas o dia em suas celas, e o céu para o telhado de seu
câmaras de crueldade--isso era sua desolação e derrota! Se eu tivesse
visto isto em uma chama de fosso para plataforma, eu deveria ter sentido isso
não aquela luz, nem todos o claro em todo o fogo que queima, pôde