Capítulo 29
os compreenda, porque não é da natureza do infinito para
seja compreendido pelo que é finito, nós os concebemos não obstante
mais claramente e distintamente que objetos materiais, por isto,
que, sendo simples, e unobscured através de limits,[Footnote: Depois de
LIMITES, isso que deles concebemos nós é muito menos confundido. Lá
é, além de, nenhuma especulação mais calculado ajudar aperfeiçoando nosso
entendendo, e que é mais importante que isto, já que
a consideração de um objeto que não tem nenhum limite a suas perfeições
nos enche de satisfação e garantia."-FRANCÊS.] eles ocupam nosso
note mais completamente.
XX. Que nós não somos a causa de nós mesmos, mas que este é Deus,
e por conseguinte que há um Deus.
Mas, porque todo a pessoa não observou isto, e porque, quando nós
tenha uma idéia de qualquer máquina na qual grande habilidade é exibida, nós,
normalmente saiba com precisão suficiente a maneira em qual nós
obtido isto, e como nós podemos nem mesmo lembre quando a idéia que nós temos
de um Deus foi comunicado a nós por ele, enquanto vendo isto sempre era dentro nosso
mentes, ainda é necessário que nós deveríamos continuar nossa revisão, e
faz investigação depois de nosso autor, enquanto possuindo, como fazemos nós, a idéia do
perfeições infinitas de um Deus: para isto está no grau mais alto
evidente pela luz natural que que que sabe algo mais
perfeito que isto, não é a fonte de seu próprio ser, desde isto,
teria dado assim a si mesmo todas as perfeições que sabe;
e que, por conseguinte, poderia tirar sua origem de nenhum outro ser
que dele que possui nele todas essas perfeições que
é, de Deus.
XXI. Que a duração só de nossa vida é suficiente para
demonstre a existência de Deus.
A verdade desta demonstração se aparecerá claramente, contanto nós
considere a natureza de tempo, ou a duração de coisas; para isto é
de tal um tipo que suas partes não são mutuamente dependentes, e nunca
co-existente; e, adequadamente, do fato que nós somos agora, isto