Capítulo 30
necessariamente não siga que nós seremos depois um momento,
a menos que alguma causa, viz., que que primeiro nos produziu, deva, como isto
era, continuamente nos reproduza, quer dizer, nos conserve. Porque nós facilmente
entenda que não há nenhum poder em nós pelos quais nós podemos conservar
nós mesmos, e que o ser que tem poder tanto sobre conserva
nós fora dele, também deva por tanto a maior conserva de razão
ele, ou bastante se levanta em falta de ser conservado por ninguém
tudo que, e, em multa, seja Deus.
XXII. Que sabendo a existência de Deus, da maneira aqui
explicado, nós sabemos todos seus atributos igualmente, até onde eles podem
seja conhecido só pela luz natural.
Há a grande vantagem provando a existência de Deus nisto
modo, viz., pela idéia dele, que nós sabemos o que ele é ao mesmo tempo, como
longe como a fraqueza de nossa natureza permite; para, refletindo no
idéia que nós temos dele que que nasce conosco, nós percebemos que ele é
eterno, onisciente, onipotente, a fonte de toda a bondade e
verdade, criador de todas as coisas, e que, em multa, ele tem nele
tudo aquilo no qual nós podemos descobrir alguma perfeição infinita claramente ou
bem que não está limitado por qualquer imperfeição.
XXIII. Aquele Deus não é corpóreo, e não percebe por meio de
sensos como fazemos nós, ou vai o mal de pecado.
Para lá muitas coisas estão realmente no mundo para o que é um certo
extensão imperfeito ou limitado, também possuindo entretanto um pouco de perfeição;
e é adequadamente impossível que qualquer tal pode estar em Deus. Assim,
olhando a nature,[Footnote corpóreo: No francês, "desde
extensão constitui a natureza de corpo."] desde que divisibilidade é
incluído em extensão local, e isto indica imperfeição, é
certo aquele Deus não é nenhum corpo. E embora em homens é a alguns
grau uma perfeição para ser capaz de perceber por meio do
sensos, não obstante desde em todo senso há passividade
[Nota de rodapé: No francês, "porque nossas percepções surgem de