Capítulo 31
impressões fizeram em nós de outra fonte", i.e., que
nós mesmos.] que indica dependência, nós temos que concluir aquele Deus é
de nenhuma maneira possuída de sensos, e que ele só entende e
testamentos, não, porém, como nós, por atos de qualquer forma distinto, mas
sempre por um ato que é um, idêntico, e o mais simples possível,
entende, testamentos, e opera tudo, quer dizer, todas as coisas que em
realidade existe; porque ele faz não vai o mal de pecado, enquanto vendo isto é
mas a negação de ser.
XXIV. Que passando do conhecimento de Deus ao conhecimento de
as criaturas, é necessário se lembrar que nossa compreensão seja
finito, e o poder de Deus infinito.
Mas como sabemos nós que Deus só é a verdadeira causa de tudo aquilo é ou
pode ser, nós seguiremos o melhor modo de filosofar indubitavelmente, se,
do conhecimento nós temos do próprio Deus, nós passamos o
explication das coisas que ele criou, e tenta deduzir
isto das noções que estão naturalmente em nossas mentes, porque nós vamos
assim obtenha a ciência mais perfeita, quer dizer, o conhecimento de
efeitos pelas causas deles/delas. Mas que nós podemos poder fazer isto
tente com segurança suficiente de erro, nós temos que usar o
precaução para ter em mente como muito como possível aquele Deus que é o
autor de coisas, é infinito, enquanto nós somos completamente finitos.
XXV. Que nós temos que acreditar tudo aquilo que Deus revelou, embora isto
pode ultrapassar o alcance de nossas faculdades.
Assim, se talvez Deus revela a nós ou outros, assuntos interessando,
ele que ultrapassam os poderes naturais de nossa mente, como o
mistérios da encarnação e do trindade, não recusaremos nós
os acreditar, embora nós podemos não os entender claramente; nem
vá nós sejamos pegados de surpresa para achar na imensidão seu de qualquer forma
natureza, ou até mesmo em o que ele criou, muitas coisas que excedem nosso
compreensão.
XXVI. Que não é necessário para entrar em disputas [Nota de rodapé: "para