Capítulo 33
mesmo modo concebe positivamente aquelas outras coisas estão em toda parte
ilimitado, mas meramente negativamente admite que os limites deles/delas, se eles
tenha qualquer, não pode ser descoberto por nós.
XXVIII. Que nós temos que examinar, não o final, mas o eficiente,
causas de coisas criadas.
Igualmente, finalmente, nós não buscaremos razões de coisas naturais de
o fim que Deus ou natureza propuseram a ele na criação deles/delas
(i. e., causas final), [Nota de rodapé: "Nós não pararemos para considerar o
fins que Deus propôs a ele na criação do mundo, e
nós rejeitaremos completamente de nossa filosofia a procura de final
causas!"--Francês.] porque nós devemos não presumir tão longe sobre pense
que nós somos sharers nas deliberações de Deidade, mas, o considerando
como a causa eficiente de todas as coisas, nos deixe endeavour descobrir
pela luz natural [Nota de rodapé: "Faculdade de argumentar."--FRANCÊS.]
o qual ele plantou em nós, aplicado a esses dos atributos dele de
o qual ele esteve disposto nós deveríamos ter algum conhecimento, o que deve,
seja concluído considerando esses efeitos nós percebemos por nossos sensos;
porém, tendo em mente o que já foi dito, que nós devemos
só confie nesta luz natural tão longo como nada ao contrário de
suas ordens são reveladas pelo próprio Deus. [Nota de rodapé: A última cláusula,
começando a "ter em mente." é omitido no francês.]
XXIX. Aquele Deus não é a causa de nossos erros.
O primeiro atributo de Deus que aqui cai ser considerado, é
que ele é absolutamente verdadeiro e a fonte de toda a luz, de forma que
é claramente repugnante para ele nos enganar, ou ser corretamente e
positivamente a causa dos erros para os quais nós somos conscientemente
assunto; para embora o endereço para enganar parece ser alguma marca
de sutileza de mente entre homens, contudo sem dúvida o testamento para enganar
só procede de malícia ou de medo e fraqueza, e
por conseguinte não pode ser atribuído a Deus.