Capítulo 34
XXX. Que por conseguinte tudo que nós percebemos claramente são verdades, e
que nós somos entregados assim das dúvidas acima propôs.
De onde segue, que a luz de natureza, ou faculdade de conhecimento
nos dado por Deus, nunca pode rodear qualquer objeto que não é verdade, em
até onde atinge a um conhecimento disto, isso é, em até onde o
objeto é claramente e distintamente temido. Para Deus teria
mereceu o título de um enganador se ele tivesse nos dado isto
faculdade perverteu, e como poderia nos levar a levar falsidade para
verdade [quando nós usamos isto corretamente]. Assim a dúvida mais alta é afastada,
que surgiu de nossa ignorância no ponto sobre se talvez
nossa natureza era tal que nós poderíamos ser enganados até mesmo nessas coisas
isso se aparece a nós o mais evidente. O mesmo princípio também deve para
seja de proveito contra todos os outros chãos de duvidar isso foi
já enumerado. Para verdades matemáticas deva estar acima agora
suspeita, desde que estes são do mais claro. E se nós percebemos
qualquer coisa por nossos sensos, se enquanto desperta ou adormecido, nós vamos
facilmente descubra a verdade provida nós separamos o do qual há
claro e distinto no conhecimento do que está obscuro e
confundido. Há nenhuma necessidade que eu devo aqui diga mais nisto
sujeite, desde que já recebeu amplo tratamento dentro o
Meditações metafísicas; e o que segue servirá explicar isto
ainda mais com precisão.
XXXI. Que nossos erros são, em relação a Deus, somente negações,
mas, em relação a nós mesmos, privações.
Mas como acontece que nós freqüentemente entramos em erro, embora Deus
não é nenhum enganador, se nós desejamos indagar na origem e causa de
nossos erros, vigiar contra eles, é necessário para com uma visão
observe que eles dependem menos de nossa compreensão que em nosso testamento,
e que eles têm nenhuma necessidade da multidão atual de Deus, em ordem,
para a produção deles/delas; de forma que, quando considerou em referência a Deus,