Capítulo 67
espaço ou coloca, nós entendemos além que é de tal determinate
magnitude e figura exatamente como encher este espaço.
XV. Como é acontecido justamente para o superficies do
corpo circunvizinho.
E assim nós distinguimos espaço nunca realmente de extensão em comprimento,
amplitude, e profundidade; porém, nós às vezes consideramos lugar como dentro o
coisa colocou, e a outros tempos como fora disto. Lugar interno realmente
difere de nenhuma maneira de espaço; mas pode ser acontecido para
o superficies que imediatamente cercam a coisa colocaram. Isto
deveria ser observado que por superficies que nós não fazemos aqui entenda
qualquer parte do corpo circunvizinho, mas só o limite entre o
cercando e corpos rodeados que são nada além de um
modo; ou pelo menos que nós falamos em geral de superficies que é
nenhuma parte de um corpo em lugar de outro, mas sempre é considerado
o mesmo, contanto retém a mesma magnitude e figura. Para
embora o corpo circunvizinho inteiro com seu superficies seja
mudado, não seria suposto que o corpo que era rodeado
por isto tinha mudado seu lugar então, se preservasse enquanto isso o
mesma situação com respeito aos outros corpos como os que são considerados
imóvel. Assim, se nós supomos que um barco é levado em um
direção pela corrente de um fluxo, e impeliu pelo vento dentro
o oposto com uma força igual, de forma que sua situação com respeito,
para os bancos não é mudado, nós admitiremos prontamente que permanece
no mesmo lugar, embora o superficies inteiro que cerca isto
é incessantemente variável.
XVI. Que um vazio ou espaça em qual não há nenhum corpo absolutamente é
repugnante argumentar.
Com respeito a um vazio, no senso filosófico do termo,,
quer dizer, um espaço em qual não há nenhuma substância, é evidente que
tal não existe, enquanto vendo a extensão de espaço ou lugar interno
não é diferente disso de corpo. Para desde então deste só, isso
um corpo tem extensão em comprimento, amplitude, e profundidade, nós temos razão