Capítulo 38
há pouco arranhado para cima as sementes de amor-perfeito dela. E o tempo quando ela desejou o Thomas
Jefferson estava morto; ela desejou isso agora? Era ela--era ela contente ele era
indo estar morto?
Para Rebecca Mary tinha deixado esperança. Ela não foi reconciliada, mas ela
estava seguro. Ela gastou todos seu tempo livre com o grande, magro, lamentável
da mesma categoria, tentando fazer os últimos dias dele mais fácil. Ela soube ele gostou
a tenha com ele.
"Você faz, não o, querido, faça?" ela disse. Ela nunca tinha o chamado "querido"
antes de. Ela percebeu tristemente que esta era ela última chance. "Sim
goste de me ter aqui, não o faça? Você bastante? Não tente gritar de alegria--
há pouco acernar com a cabeça sua cabeça um pequeno se você faz". E o companheiro grande, branco
cabeça tinha acernar com a cabeça um pouco, ela estava segura. Ela pôs fora o amando dela pequeno
mão marrom e acariciou isto. "Eu soube você fez, querido. Oh, Thomas
Jefferson, Thomas Jefferson, não morre! POR FAVOR não faça--pense do
tempos bons que nós teremos se você não vai! Pense do--os gafanhotos--
os bichos, Thomas Jefferson--os biscoitos! Você não pensará?--não o vá
tente um pouco para estar faminto?"
Rebecca Mary soube o que era ter fome e não poder comer,
mas poder comer e não ter fome--isto estava fora e além dela
experiência. O quebra-cabeça triste disto que ela não pôde resolver.
Um dia o ministro teve uma convocação bastante surpreendente para executar o seu
funções sacerdotais. O citador era a Rebecca Mary. Ela se apareceu como
uma pequena sombra sombria no quarto de sermão ensolarado dele. A esposa do ministro
a acompanhado, e no momento breve de abrir a porta e
anunciando o nome dela o brilhado um relance de advertência. Ele tinha sido
se familiarizado tão longo com os relances dela que ele pôde interpretar isto
um com precisão considerável. "Certo", ele olhou atrás. Não, ele
não sorriria--sim, ele se lembraria que era a Rebecca Mary.