Capítulo 43
ajudou--oh sim, teria ajudado.
Tia Olivia preocupou em. Parecia a ela que toda a Rebecca Mary
refeições em uma refeição não teria mantido um gatinho vivo--e isso lembrou
o dela. Ela tentaria um gatinho. A esposa do ministro tinha dito um galo
ou um gato. Um gatinho branco, ela decidiu, entretanto ela poderia ter escassamente
contou por que.
O gatinho era melhor, mas não era uma cura. Rebecca Mary levou o
pequena criatura para o peito dela e contou isto a aflição dela por Thomas
Jefferson e chorou o Thomas Jefferson dela rasga em seu macio, branco
pele. Daquele modo, de qualquer modo, era um sucesso.
"Talvez eu o amarei algum dia", ela sussurrou, "mas eu não posso contudo,
enquanto o Thomas Jefferson está fresco. Ele é tudo eu tenho quarto para. Ele era meu
amigo íntimo--quando seu amigo íntimo está morto que você não pode amar
qualquer pessoa outro imediatamente." Mas ela se desculpou suavemente ao pequeno gato
--ela sentia que uma desculpa era dívida isto.
"Você vê como é, pequeno, branco gato", ela disse. "Eu terei que perguntar
você para esperar. Mas se eu já tiver um segundo amor, eu prometo que será
você. Você é um grande comfortinger de TRANSAÇÃO que aquele Tony galo de Trumbull!
Eu poderia o amar este minuto se eu nunca tivesse amado o Thomas Jefferson.
Você tem vontade de esperar?"
O pequeno, branco gato esperou. E Tia Olivia esperou. Ela fez
pratos tentadores para as refeições de Rebecca Mary, e pôs um arrepie nela
pescoço de camisola e mangas--a Rebecca Mary sempre tinha ansiado
arrepia.
"Eu não acredito que ela vê 'em. Ela não sabe que eles estão lá", gemeu
Tia Olivia, impotently. "Ela não vê qualquer coisa mas Thomas Jefferson,
e eu não sei como vai já ela!"
Mas a Rebecca Mary viu o arrepia e os flauteou entre o marrom dela
dedos mindinhos encantadoramente. Ela tentou ir e agradecer algumas vezes
Tia Olivia, e adquiriu até onde a porta de quarto dela. Mas a amargura em
o coração dela ficou a mão dela de virar a maçaneta. Se Tia Olivia tivesse