Capítulo 70
fora os fins de seu Criador Beneficente, olhe para isto!
Ela viu a figura entrando; gritado seu nome; chorado 'a Lilian!'
Era rápido, e caiu em seus joelhos antes dela: a agarrando
vestido.
'Para cima, querido! Para cima! Lilian! Meu próprio mais querido!'
'Nunca mais, Meg; nunca mais! Aqui! Aqui! Perto de você, segurando
para você, sentindo sua querida respiração em minha face!'
'Doce Lilian! Bem a Lilian! Criança de meu coração--nenhuma mãe
amor pode ser mais tenro--ponha sua cabeça em meu peito!'
'Nunca mais, Meg. Nunca mais! Quando eu olhei primeiro em sua face,
você ajoelhou antes de mim. Em meus joelhos antes de você, me deixe morrer. Deixe
esteja aqui!'
'Você voltou. Meu Tesouro! Nós viveremos junto, trabalho
junto, espere junto, morra junto!'
'Ah! Beije meus lábios, Meg,; dobre seus braços sobre mim; me aperte seu
seio; pareça bondoso em mim; mas não me eleva. Deixe estar aqui. Deixe
eu vejo a última de sua querida face em meus joelhos!'
Mocidade de O e Beleza, feliz como ye deveria ser, olhe para isto! Mocidade de O
e Beleza, trabalhando fora os fins de seu Criador Beneficente, olhar,
a isto!
'Me, Meg, perdoe! Tão querido, tão querido! Me perdoe! Eu sei que você faz, eu
o veja fazer, mas diga assim, Meg!'
Ela disse assim, com os lábios dela na bochecha de Lilian. E com os braços dela
círculo entrelaçado--ela conheceu isto agora--um coração quebrado.
'A bênção dele em você, mais querido amor. Me beije mais uma vez! Ele
a sofrido sentar ao lado dos pés dele, e os seca com o cabelo dela. O
Meg, que Clemência e Compaixão!'
Como morreu ela, o Espírito do criança devolver, inocente e
brilhante, tocou o homem velho com sua mão, e o acenou fora.
CAPÍTULO IV--Quarto Quarto.
Alguma recordação nova das figuras fantasmagóricas nos Sinos; alguns
impressão lânguida do tocar dos Carrilhões; algum vertiginoso
consciência de ter visto o enxame de fantasmas reproduziu e
reproduzido até a lembrança deles se perdeu dentro o