Capítulo 19
eu o todo deste dia?' 'Você pretende me falar agora, que você
não tenha? Eu pretendo lhe contar nada o tipo', respostas o
senhora quietamente; 'quando você estiver errado, claro que eu contradirei
você.'
Durante este diálogo tem levado o cavalheiro o dele conhaque-e-
molhe em um lado do fogo, e a senhora, com o penso-caso dela,
na mesa, tem enrolado o cabelo dela no outro. Ela deixa agora
abaixo o cabelo de parte de trás dela, e procede escovar isto; preservando ao
mesmo tempo um ar de retidão consciente e virtude sofrendo que
é pretendido que exaspera o cavalheiro--e faz assim.
'Eu acredito', ele diz, enquanto tirando a colher do copo dele, e
lançando isto na mesa, 'isso de todos o obstinado, positivo,
criaturas errado-encabeçadas que já nasceram, você é assim,
Charlotte.' 'Certamente, certamente, tenha seu próprio modo, reze.
Você vê quanto contradizem _I_ você', reúne a senhora. 'De
curso, você não me contradisse a jantar-tempo--oh não, não você!'
diz o cavalheiro. 'Sim, eu fiz', diz a senhora. 'Oh, você fez,'
gritos o cavalheiro 'você admite isso?' 'Se você chamada que
contradição, eu faço', as respostas de senhora; 'e eu digo novamente, Edward,
que quando eu sei que você está errado, eu o contradirei. Eu não sou
seu escravo.' 'Não meu escravo!' repetições o cavalheiro amargamente; 'e
você ainda pretende dizer que na casa nova do Blackburns há
não mais de quatorze portas, inclusive a porta do vinho,-
porão!' 'Eu pretendo dizer', réplicas a senhora, batendo tempo com ela,
cabelo-escova na palma da mão dela, 'que naquela casa há
quatorze portas e nenhum mais.' 'Bem então--' gritos o cavalheiro,
subindo em desespero, e pacing o quarto com passos largos de correnteza. 'Por G-,
isto é bastante para destruir o intelecto de um homem, e o dirige furioso!'
Logo o cavalheiro vir-para um pequeno, e passando a mão dele
tristemente pela testa dele, reseats ele na cadeira anterior dele.
Há um silêncio longo, e este tempo começa a senhora. 'EU